“Nos cumes do desespero”, por José Thomaz Brum

Nos cumes do desespero revela a notável continuidade do pensamento de Emil Cioran (1911-1995).Escrito aos 22 anos de idade em Sibiu, na Transilvânia, essa primeira obra do futuro “cético de plantão de um mundo agonizante” arde com o vigor da juventude exaltada.

É o próprio Cioran quem descreve o clima no qual o livro foi gestado: a insônia, a vigília ininterrupta. Já de poisse de seus futuros temas (pessimismo, ceticismo, relativismo histórico), o jovem Cioran exorciza aqui, em uma espécie de testamento precoce, os excessos da dor de existir. E o faz com uma exaltação lírica na qual o sentido do trágico se encontra com o elogio da superabundância vital… [leia mais]

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