O inumano (Manuel da Costa Pinto)

Por Manuel da Costa Pinto – Revista Verve/PUC-SP, nº 6, 2004.

Procuramos o Bem através do Mal. De Baudelaire a Artaud, de Dostoiévski a Céline, de Mallarmé a Beckett, a modernidade nos acostumou conviver com anti-heróis que buscam a transcendência e o sublime através da abjeção e da auto-imolação. O grotesco, o estranho, o disforme, o onírico, o desviante e o perverso são modos de, a um só tempo, presentificar a experiência do choque que está no cerne da condição moderna e de abalar nosso sistema de representações, constituindo, pela enunciação do não-sentido, um sentido renovado, conseqüente com a perda de um fundamento único para o existente… | PDF

* Editor, ensaísta e crítico no jornal A Folha de S. Paulo, jornalista e mestre em Teoria Literária pela USP, autor de “Albert Camus – Um Elogio do Ensaio” (Ateliê Editorial).

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