“O fragmento é indestrutível”, por Jean-Luc Nancy

Publicado na Revista Polichinello, 06/02/2013

Ele não é um objeto, não é um gênero, não faz obra. (A vontade fragmentária de Friedrich Schlegel é a vontade mesma da Obra, não voltemos a isso. Mas aquilo que Blanchot nomeia de a exigência fragmentária excede a obra, porque isso excede a vontade.)

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Fragmento: o texto é frágil. Ele nada mais é que isso [ça]. Isso quebra, isso não quebra. No mesmo lugar. Onde? Em alguma parte, sempre em alguma parte, uma parte inassinalável, incalculável… [+]

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