Café filósofico: “A morte como instante de vida” (Scarlett Marton)

Por que a morte é sempre vista como uma espécie de escândalo? Por que esse acontecimento banal provoca ao mesmo tempo horror e curiosidade? Os antigos diziam que a filosofia era uma longa meditação sobre a morte; os modernos quiseram afastá-la de suas preocupações; nós, contemporâneos, procuramos bani-la de nosso mundo. Mas a morte se acha profundamente ligada à vida; esse fato bruto, esse “não sei o quê”, deixa entrever a passagem do ser ao nada. Assim a morte vem pôr em causa o sentido da existência. De modo lento ou abrupto, com violência ou suavidade, ela propõe ao homem, num instante, o desafio de pensar a sua própria condição.

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