N’a de conviction que celui qui n’a rien approfondi. (De l’inconvenient d’être né)

Só possui convicções quem nada aprofundou. (Do inconveniente de ter nascido)

Cine a gîndit mult veşnicia, moartea, viaţa, timpul şi suferinţa este imposibil să aibă un sentiment definit, o viziune precisă” şi o convingere determinată despre ele. Nu există un sentiment definit al morţii, decit la cei ce au gîndit-o şi simţit-o pe jumătate ; nu poţi, avea o viziune preciSă a suferinţei ; şi este imposibil a avea o convingere determinată despre viaţă.” Atunci cind te-ai lichidat in ele şi ai fost deodată sau rind pe rînd, veşnicie, moarte, viaţă, timp şi suferinţă, nu se poate să le iubeşti, fără să le urăşti. O minie admirativă, un dezgust extatic şi o plictiseală fermecătoare te apropie şi te îndepărtează de ele. Ambivalenţa şi echivocul ţin de realităţile ultime. A fi cu adevărul impotriva lui nu este o formulă paradoxală, fiindcă oricine înţelege riscurile şi revelaţiile lui nu se poate să nu iubească şi să nu urască adevărul. Cine crede in adevăr este naiv ; cine nu crede, stupid. Singurul drum drept este pe o muche de cuţit. (Cartea amăgirilor)

*

Même si l’on pense beaucoup à l’éternité, à la mort, à la vie, au temps et à la souffrance, il est impossible d’en avoir un sentiment défini, une vision claire, une conviction précise. Il n’y a de sentiment défini de la mort que chez ceux qui ne l’ont pensée et sentie qu’à moitié ; on ne peut avoir de vision claire de la souffrance ; et il est impossible d’avoir de conviction précise sur la vie. Mais quand on se fond en eux et qu’on est d’un seul coup ou tour à tour éternité, mort, vie, temps et souffrance, on ne peut pas les aimer sans les haïr. Une fureur admirative, un dégoût extatique et un ennui distrayant nous en rapprochent et nous éloignent. Cela tient aux réalités ultimes d’être ambivalentes et équivoques. Être avec la vérité contre elle n’est pas une formule paradoxale, parce que quiconque comprend ses risques et ses révélations ne peut pas ne pas aimer et haïr la vérité. Qui croit en la vérité est naïf ; qui n’y croit pas est stupide. La seule bonne route passe sur le fil du rasoir. (Le livre des leurres)

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Quem refletiu muito sobre a eternidade, a morte, a vida, o tempo e o sofrimento, é impossível que tenha um sentimento definido, uma visão precisa e uma convicção determinada sobre todas essas coisas. Só têm um sentimento definido da morte os que a pensaram e sentiram pela metade; não se pode ter uma visão precisa do sofrimento; e é impossível ter uma convicção determinada sobre a vida. Quando te fundiste neles e fostes subitamente ou alternadamente eternidade, morte, vida, tempo e sofrimento, é impossível amá-los sem odiá-los. Um furor admirativo, uma aversão extática e um tédio sedutor te aproximam e te afastam deles. A ambivalência e a ambiguidade pertencem às realidades últimas. Estar com a verdade contra ela não é uma fórmula paradoxal, porque todos os que compreendem seus riscos e revelações não podem deixar de amar e de ao mesmo tempo odiar a verdade. Quem acredita na verdade é um ingênuo; quem não acredita, um estúpido. A única via reta passa pelo fio da navalha. (O livro das ilusões)

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