Uma das histórias mais curiosas que ouvi de Cioran foi a que se referia a uma de suas viagens, na década de 60, pela Inglaterra. Um dia, na porta de um bar, parara encantado ouvindo uma música de uma “juke-box”: “A Whiter Shade of Pale”, do Procol Harum. A introdução ao órgão era tirada de Bach, o “deus” de Cioran. Repetiu a música diversas vezes, fazendo eco ao aforismo de “Écartèlement” (1979): “Em música, em filosofia e em tudo, amo o que incomoda pela insistência, pela recorrência…” A música -Brahms, Schumann, Schubert- sempre acompanhou o ceticismo do filósofo como um contraponto necessário. (José Thomaz Brum, “A alegria inaudita de Cioran“, Folha de São Paulo, 2 de julho 1995)

Publicado por:Portal E.M.Cioran/Br

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