10 anos de (in)existência: um blogue que não dorme desde 2010

Os trabalhos e os dias… Três horas da manhã. Apercebo-me deste segundo, e do que se lhe segue, faço o balanço de cada minuto. Por que tudo isto? — Porque eu nasci. Questionarmos o nascimento resulta de um tipo especial de vigílias. CIORAN, Do inconveniente de ter nascido (1973) Em 2019, o Portal E.M.Cioran🇧🇷 completou…

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If you knew that you would die today If you saw the face of God and Love Would you change? Would you change? If you knew that love can break your heart When you’re down so low you cannot fall Would you change? Would you change? How bad how good does it need to get? […]

via Delìrivm Còrdia🤘🏼

"Triste", por Beatriz Calle

Publicado originalmente em Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴:
Cuando al quererlo la suertese mezclan a nuestras vidas,de la ausencia o de la muerte,las penas desconocidas, y, envueltos en el misteriovan, con rapidez que asombra,amigos al cementerio,ilusiones a la sombra, la intensa voz de ternuraque vibra en el alma amantecomo entre la noche oscurauna campana distante,…

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I came to discover this beautifully sad song by Brian Eno by watching an Italian film, La stanza del figlio (“The son’s room”), from director Nanni Moretti, by the way, also a beautifully sad film, downright devastating, about the tragic loss of a son, and his empty room in the house; about coping with loss, […]

via Delìrivm Còrdia🤘🏼

All hail the singer, all sing the song, the hymn… to love. The room is cold and has been like this for several months. If I close my eyes I can visualise everything in it right down Right down to the broken handle on the third drawer down of the dressing table. And the world […]

via Delìrivm Còrdia🤘🏼

Amen to this beautifully visionary song… Before you advertise All the fame is implied With no fortune unseen Sell the rights to your blight time machine While I’m dulled by excess (dulled by excess) And a cynic at best (cynic at best) My art imitates crime Paid for by the allies, so invest Now I’m […]

via Delìrivm Còrdia🤘🏼

“Devemos repetir a nós próprios todos os dias: Sou um daqueles que, entre milhares, se arrastam pela superfície do globo. Essa banalidade justifica qualquer conclusão, qualquer comportamento ou acto: deboche, castidade, suicídio, trabalho, crime, preguiça ou rebelião. … E daí se conclui que todos nós temos razão em fazer o que fazemos.” (Do inconveniente de […]

via Breviário de Decomposição 7.0

“Tired of waiting to make a profit online?” – The Mad Men & Us

When the solitude is intensified to the point of constituting not so much our datum as our sole faith, we cease to be integral with the whole: heretics of existence, we are banished from the community of the living, whose sole virtue is to wait, gasping, for something which is not death. CIORAN, A Short…

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Seleção de aforismos retirados de “Dictionnaire du parfait cynique“, obra compilada por Roland Jaccard e nunca publicada em português, numa tradução original. * AMIZADE – A amizade é um contrato mediante o qual nos comprometemos a prestar pequenos serviços afim de que nos prestem grandes. (Montesquieu) AMOR – O amor é a troca de duas […]

via Dicionário do perfeito cínico — Desaforisticamente

Programação da Jornada acadêmica UFABC: 70 anos do Précis de Décomposition (1949-2019)

O Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFABC & o Portal E.M.Cioran têm a honra de anunciar a Jornada Acadêmica – 70 anos do Breviário de Decomposição (1949-2019), convidando a todos e todas que tenham interesse pelo autor e pelo livro em questão. O evento contará com a ilustre presença do prof. José Thomaz Brum (PUC-RJ), filósofo, tradutor do Breviário (entre outros livros…

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Eventos celebram 70 anos da visita de Camus ao Brasil

Blog da editora RECORD, 13/08/2019 Autor de clássicos da literatura moderna como os romances O Estrangeiro e A Peste, prêmio Nobel de Literatura de 1957, o escritor francês Albert Camus esteve no Brasil em 1949. Ao longo de dois meses, julho e agosto, Camus percorreu diversas cidades (Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Olinda, Salvador e Porto Alegre)…

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O diretor americano Terrence Malick é autor de uma respeitável obra cinematográfica que inclui filmes Badlands (1973), Além da Linha Vermelha (1998), A Árvore da Vida (2011) e De Canção em Canção (2017), entre outros. Alguns dados biográficos são dignos de nota: nem todos os apreciadores da obra cinematográfica de Malick sabem que ele é filósofo […]

via Proposta de leitura de dois filmes de Terrence Malick pela ótica de Kierkegaard (pt. I) — Leitvras, Escritvras & Poéticas do Fragmento

Só há uma maneira de compreender um sistema filosófico, um único caminho, uma única porta de entrada e uma única saída. Entra-se, perfaz-se o trajeto previamente determinado de uma vez por todas, ad aeternum, e termina-se. Percebe-se o espírito burocrático, de repartição pública, o formalismo lógico e metafísico. Uma obra fragmentária por sua vez, permite […]

via Sistema e fragmento — Leitvras, Escritvras & Poéticas do Fragmento

via Resenha: “A negação da morte”, de Ernest Becker. Livro: A negação da morte: uma abordagem psicológica da finitude humana. Rio de Janeiro: Record, 2007, 363 págs.

91233A Negação da Morte: Uma Abordagem Psicológica da Finitude Humana (1973), de Ernest Becker, é um livro iluminador que analisa, a partir de uma abordagem multidisciplinar fincada na psicanálise, o problema da morte na vida humana, a relação íntima e problemática que se configura entre o homem e esta realidade tão aterradora quanto inescapável, da qual ele possui uma angustiada consciência. O autor, que em 1974 recebeu o prêmio Pulitzer por esta obra, teve ali a pretensão de reunir e sistematizar todo o conhecimento sobre o problema da morte produzido pelas diferentes áreas do saber ao longo da história, das ciências humanas, passando pela filosofia, à religião.

O livro parte da premissa de que “a idéia da morte e o medo que ela inspira perseguem o animal humano como nenhuma outra coisa”, representando, em realidade, “uma proposição universal da condição humana” (BECKER 2007: 11). Nesta perspectiva, as diferentes culturas constituem sistemas simbólicos complexos que têm por função negar a realidade da morte, permitindo assim que as pessoas vivam com a ilusão de estarem imunes ao Inevitável, sem o fardo de sua constante e penosa consciência. O título em si já sugere uma idéia central no livro: o conceito de mentira vital serve para explicar que, a morte desempenhando um papel crucial na existência, a tendência humana mais instintiva é negá-la através de artifícios psicológicos subconscientes de auto-engano e auto-ilusão.

O conceito de heroísmo também é central e atravessa toda a trama de análise do livro. Heroísmo, aqui, designa a atitude humana fundamental (poder-se-ia dizer arquetípica) frente ao mundo, a vida e a perspectiva da morte, definindo-se como um ideal de coragem e sabedoria que varia de acordo com as culturas e os povos; aplica-se como uma chave de interpretação psicológica e antropológica, segundo a qual “nossa tendência central, nossa principal tarefa neste planeta, é a heróica” (BECKER 2007: 19). Escreve Becker: “Não importa se o sistema de heroísmo de uma cultura é francamente mágico, religioso e primitivo ou secular, científico e civilizado. É, de qualquer forma, um sistema de heróis mítico, no qual as pessoas se esforçam para adquirir um sentimento básico de valor, para serem especiais no cosmo, úteis para a criação, inabaláveis quanto ao seu significado” (BECKER 2007: 24).

Igualmente importante para a análise de Becker (conceito diretamente relacionado àquele de heroísmo) é a categoria psicanalítica de narcisismo, que nos diz, basicamente, que “estamos perdidamente absortos em nós mesmos”, e que, para cada um de nós, “todos são sacrificáveis, exceto nós mesmos” (BECKER 2007: 20). O narcisismo é a causa do egoísmo instintual que nos torna seres essencialmente associais e agressivos, mas essa tendência narcisística tem o seu lado positivo, dir-se-ia vital, pois “um grau prático de narcisismo é inseparável da auto-estima, de um sentimento básico de valorização de si mesmo” (BECKER 2007: 21). Ademais, afirma Becker, sem um mínimo de vaidade e ilusão sobre nós mesmos, sobre nossa condição e nosso valor, cairíamos numa depressão profunda.

Em função do nosso narcisismo natural, somos seres com expectativas, exigências e ansiedades, das quais os animais estão livres por não possuírem uma consciência individual abstrata, encerrados como estão no automatismo inconsciente da natureza, na ordem da generalidade e do anonimato. Os adultos, segundo o autor, reproduzem um comportamento que aparece com muito mais nitidez nas crianças: o desejo de afirmar-se como centro do universo, reconhecido e admirado por todos, de ser o primeiro e o único, o que se torna ainda mais problemático quando há mais de uma criança – ou um adulto – competindo por esses privilégios. A esta carência de nossa psique corresponde um estatuto ontológico desejável, ao qual Becker dá o nome de significância cósmica: um sentimento oceânico de ser parte dos planos da Criação, dotado de importância e valor absolutos. Seja como for, mais do que expressar um problema pedagógico ou cultural, redutível às formas de educação adequadas (“apenas as crianças mimadas se comportam assim…”), a necessidade de significância cósmica é, segundo o autor, um dado antropológico estrutural, diretamente ligado ao terror da aniquilação pela morte e à percepção da própria nulidade na economia do universo.

Em termos filosóficos, Becker parte da premissa de que o homem não possui uma “essência”: “algo fixado em sua natureza, como uma qualidade ou substância especial” (BECKER 2007: 48), como postularam durante muito tempo a teologia e a metafísica. Ao buscar-se esta suposta essência do animal racional, nada se encontra além de uma consciência angustiada, incorporada provisoriamente a um composto orgânico “que vale cerca de 98 centavos de dólar” (BECKER 2007: 50). É justamente esse o dilema existencial do ser humano, que o autor nomeia em termos de uma condição deindividualidade dentro da finitude: ele se encontra cindido entre a finitude e a necessidade da parte física do seu ser, e a dimensão da infinita possibilidade que constitui sua consciência reflexiva, seu universo simbólico, sua capacidade de abstração e imaginação. Inserindo-se numa tradição de pensadores como Pascal e Kierkegaard (ao qual ele recorrerá mais adiante), Becker aponta esta condição paradoxal, possibilitada pela presença de uma consciência dilacerada, como a causa do fardo experiencial humano, incapaz de suportar o peso esmagador de uma realidade que parece, mais do que indiferente, hostil, aos nossos sonhos e expectativas. Nosso eu, formado em tensão com aquilo que Freud chama de princípio de realidade, desenvolve, desde cedo, barreiras para impedir que o terror da aniquilação nos paralise por completo, tornando-nos presas fáceis de predadores e outras ameaças; estruturado sobre camadas de proteção simbólica contra as contingências que nos ameaçam, ele simplesmente se recusa a aceitar que esteja submetido a uma realidade que o transcende e sobre a qual não tem nenhum controle. “O homem está literalmente dividido em dois: tem consciência de sua esplêndida e ímpar situação de destaque na natureza, dotado de uma dominadora majestade, e no entanto retorna ao interior da terra, uns sete palmos, para cega e mudamente apodrecer e desaparecer para sempre. Estar num dilema desses e conviver com ele é assustador”, e é por isso que Becker acredita que “têm razão, absoluta razão, aqueles que acham que uma plena compreensão da condição humana levaria o homem à loucura” (BECKER 2007: 49).

No capítulo sobre “o caráter como mentira vital”, é analisada a maneira pela qual o ego se constitui como uma defesa neurótica contra o desespero provocado pela verdade da condição humana. Trata-se, com efeito, de uma “desonestidade necessária e básica acerca da própria pessoa e de toda sua situação” (BECKER 2007: 80). Segundo Becker, o sentimento básico da criatura consciente de si mesma é o medo, e o homem, mesmo depois de crescido, carrega em si, ainda que escamoteado, o terror profundo que a criança sente perante os mistérios e os perigos da vida. Ele é um covarde inveterado que se engana acerca de suas forças e capacidades, de sua importância e valor, para não sucumbir ao completo desespero em um mundo que pode engolfá-lo a todo momento. No fundo, ele se sabe frágil, impotente, ignorante, sem a força necessária para tornar-se o deus que desejaria ser; mesmo assim, segue adiante, mentindo para si mesmo sobre sua condição insuficiente.

Becker assume a tese de que o ser humano não possui autonomia ontológica, recebendo do exterior suas idéias, crenças, valores e significados – suaidentidade mesma: “Todos os nossos significados nos são inculcados pelo lado de fora, pelas nossas relações com os outros. É isso que nos dá um ‘eu’ e um superego. Todo o nosso mundo de certo e errado, bom e mau, nosso nome, exatamente quem somos, tudo isso é enxertado em nós. Nunca sentimos que temos autoridade para oferecer coisas por nossa conta” (BECKER 2007: 72), mas isso é tudo o que nos recusamos a aceitar e admitir. Aquilo que chamamos de “caráter” – a pretensão de uma individualidade simbólica auto-subsistente – é uma ilusão, uma falsidade, uma mentira vitalresultante de uma de uma negação, de uma covardia instintiva. Assim, nossos “traços de caráter” seriam pequenas neuroses que refletem a maneira como reagimos ao problema da vida e da morte, da existência consciente em meio à cadeia alimentar. Eis porque o auto-conhecimento é tão amargo e indesejável: “A hostilidade contra a psicanálise, no passado, hoje e no futuro, será sempre uma hostilidade contra o reconhecimento de que o homem vive à custa de mentir para si mesmo sobre si mesmo e sobre o mundo, e de que o caráter […] é uma mentira vital” (BECKER 2007: 76).

O problema da negação da morte leva o autor de encontro ao filósofo dinamarquês Kierkegaard, que produziu importantes reflexões sobre o problema existencial da morte. Becker apresenta “o psicanalista Kierkegaard”, buscando mostrar a relevância psicanalítica de sua obra, que segundo ele antecipou muitos dados da moderna psicologia clínica. Neste âmbito, Becker afirma que o maior mérito de Kierkegaard foi haver demonstrado a relação íntima que se configura entre a psicologia e a religião, no sentido de que “a melhor análise existencial da condição humana leva diretamente ao problema da existência de Deus e da fé” (BECKER 2007: 94), e vice-versa. O ponto de partida kierkegaardiano para o problema da consciência da morte é o mito bíblico da Queda, que, segundo Becker, aponta para o paradoxo existencial que é o início comum da psicologia e da religião. Ele aposta numa convergência destas duas formas culturais no sentido de iluminar o fato de que “a angústia da morte é a angústia característica, a mais intensa angústia do homem” (BECKER 2007: 96). O postulado comum entre o cristão Kierkegaard e a psicologia secular moderna é que “o homem é uma união de contrários, de autoconsciência e de corpo físico”, um ser que experimenta o paradoxo de ser meio anjo, meio besta, um animal com um rosto único e um nome próprio, mas que tem “consciência do terror do mundo e de sua morte e deterioração” (BECKER 2007: 95).

Becker segue para mostrar quão grande conhecedor dos mecanismos psicológicos de negação da morte Kierkegaard mostra ser, sugerindo já no século XIX a idéia do caráter como uma “estrutura erguida para evitar a percepção do ‘terror, perdição [e] aniquilamento [que] são vizinhos de todo homem’”. Segundo ele, Kierkegaard “entendia a psicologia tal como um psicanalista contemporâneo a entende: sua tarefa é descobrir as estratégias que uma pessoa usa para evitar a angústia” (BECKER 2007: 96). O filósofo estaria interessado em entender os estilos adotados pelas pessoas para viver sem serem perturbadas pelo terror existencial. Para ele, o confinamento em si e o automatismo cultural (“filistinismo”) seriam duas destas formas. A moderna compreensão psiquiátrica das psicoses também seria, na visão de Becker, tributária das reflexões kierkegaardianas sobre o desespero  e a loucura. Sua reflexão sobre as diferentes formas do desespero, o da finitude e o da infinitude – relacionados, respectivamente, ao fator corporal limitante e ao fator espiritual, expansivo e ilimitado, da síntese humana – mostram como o indivíduo pode beirar o colapso psíquico caso afirme em excesso, ou suprima, um de seus pólos ontológicos.

Em matéria de psicanálise, a referência principal de A Negação da Morte não é Freud, que, aliás, Becker critica por haver se esquivado do verdadeiro problema da morte, transformando o que seria uma necessidade indesejável num impulso inconscientemente desejado – a “pulsão de morte”. É o brilhante ex-discípulo e colega de círculo psicanalítico de Freud, Otto Rank, que Becker considera haver melhor trabalhado o problema da morte na psicanálise, e ele recebe em sua obra um tratamento mais elaborado. Em se tratando dos temores básicos de todo ser humano, escreve Becker, “na ciência do homem foi Otto Rank, acima de tudo, quem colocou esses temores em evidência, baseando todo seu sistema de pensamento neles e mostrando o quanto são fundamentais para uma compreensão do homem” (BECKER 2007: 78).

Por fim, neste livro iluminador, que vai muito além da psicanálise e pode ser do interesse de qualquer pessoa, especialista ou leiga, Ernest Becker realiza uma verdadeira anatomia da consciência humana angustiada pelo drama da finitude, dissecando com uma coragem admirável os temores, obsessões e traumas que têm concurso nos mecanismos instintuais da nossa vida psíquica. Uma deliciosa leitura que pode muito bem ser angustiante, vertiginosa, solapando nossas armaduras de caráter e revelando as formas essenciais de mentira das quais dependemos para nos mantermos de pé. Mas desagradável e amarga tão-somente na medida em que funciona como uma espécie de remédio salutar, que tomamos na expectativa de que faça bem à alma, pela virtude do auto-conhecimento.

Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes, 2009

“Cioran, el aforismo y la santidad” (Gonzalo Gragera)

LA TRASTIENDA, 2 junio 2017 Asumen los lectores, a base de argumentos ya recurrentes, que los aforismos son un género que crece con la ayuda de las redes sociales, plataformas virtuales en donde  nos invitan a plasmar nuestros pensamientos en píldoras, en pequeños fragmentos, ya sea por límite de caracteres o por lógica de espacio…

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“In praise of failure” (Costica Bradatan)

The New York Times, December 15, 2013 If there was ever a time to think seriously about failure, it is now. Costica Bradatan is an associate professor in the Honors College at Texas Tech University and the religion and comparative studies editor for The Los Angeles Review of Books. He is the author of the forthcoming Dying…

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“Há na estrutura de cada grande cultura um toque dominante que a confere um caráter específico. A sensibilidade e a atitude do homem são moldadas sob a impulsão de um fundo cultural original e os conteúdos são cristalizados em função deste toque dominante. Embora cada cultura tenha múltiplas virtualidades, ela atualiza e exprime com força […] — Leia a tradução na íntegra em Os Nômades.

“Ciorán o el Deseo de la Verdad” (Vicente Niño Orti)

POSMODERNÍA, 26/03/2018 Aproximación biográfica Emil Cioran nació en Rumania el 8 de abril de 1911, en el pueblo de Rasinari, en la Transilvania de la monarquía austrohúngara. Su padre, Emilian, fue un pope miembro prominente de la comunidad ortodoxa de Rasinari y su madre, Elvirei, era originaria de Venetia de Jos. En su obra y…

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O Diálogo do Pessimismo: poema babilônico

Publicado originalmente em escamandro:
“O diálogo do pessimismo” é um poema babilônico que fazia um tempo que eu queria traduzir. Também chamado de arad mitanguranni (o primeiro verso do poema no original: “vem servir-me, escravo” ou “escuta, escravo”) ou “O diálogo de um senhor e seu escravo”, por motivos óbvios, ele consiste nisso mesmo. São…

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ZONADIDISAGIO – Il Blog di Nicola Vacca

 E.  M. Cioran, Taccuino di Talamanca, a cura di Verena Der Heyden – Rynsch, traduzione di Cristina Fantechi, Adelphi edizioni, pagine 44, 6 euro)

«Stanotte, completamente sveglio verso le 3.Impossibile rimanere ancora a letto. Sono andato a passeggiare in riva al mare, sotto l’impulso dei pensieri più cupi. E se andassi a buttarmi giù dalla falesia?Sono venuto fin qui per il sole, e non sopporto il sole. Tutti sono abbronzati, io devo restare bianco, pallido. Mentre facevo ogni sorta di amare riflessioni, guardavo quei pini, quelle rocce,quelle onde visitate dalla luna, e improvvisamente ho sentito fino a che punto sono inchiodato a questo bell’universo maledetto».

Quando Cioran scrive queste parole, si trova a Ibiza, per l’esattezza nel villaggio di Talamanca. È l’estate del 1966. Per lo scrittore rumeno  è un periodo cupo e malinconico. L’abisso lo attrae più del solito in un baratro di riflessioni e pensieri.

Durante quel soggiorno Cioran scrive il Taccuino di Talamanca, un quaderno di pagine roventi, tra le più intense e radicali della sua produzione. pubblicato da Adelphi nel 2011.

In quelle pagine l’autore di Sommario di decomposizione annota nell’ordine del suo consueto disordine frammentario la sua personale visione del mondo che nonostante il cafard (il modo tutto cioraniano di esprimere la noia e l’angoscia) comprende  colte disquisizioni sullo spirito, le idee, le contemplazioni mistiche, le profondità dell’anima.

Tra le varie riflessioni che Cioran annoterà sul suo taccuino nelle notti insonni spagnole, il lettore  inaspettatamente né troverà alcune sulla redenzione, che lo scrittore vuole raggiungere attraverso la conoscenza e il superamento della conoscenza.  L’indagine speculativa del rapporto  tra redenzione e conoscenza è il tema principale, e per certi versi del tutto inedito,  del girovagare  meditativo di Cioran nella bellezza delle notti di Ibiza.

Egli porta sempre con sé il personale cielo di melanconia e lo ritrova anche nella contemplazione del bellissimo paesaggio dell’isola che ospita le sue inquietudini:  «Nei paesaggi che amiamo le nostre infermità assumono un colore diverso. Qui l’insonnia non è un male, ma soltanto una certa impossibilità»… [+]

“Prometeu desacorrentado – a responsabilidade pelos viventes vindouros na filosofia de Hans Jonas (1903 – 1993)” (Eduardo Carli de Moraes)

Publicado originalmente em A CASA DE VIDRO:
PROMETEU DESACORRENTADO A responsabilidade pelos viventes vindouros na filosofia de Hans Jonas (1903 – 1993). Comentários sobre “O Princípio Responsabilidade – Ensaio de uma Ética para a Civilização Tecnológica” [Wikipedia] por Eduardo Carli de Moraes / A Casa de Vidro.com Conta a lenda que Prometeu, após ter roubado o…

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“Conversations with Lev Shestov” (Benjamin Fondane)

Full version of “Entretiens avec Léon Chestov” from Rencontres avec Léon Chestov. Edited and annotated by Nathalie Baranoff and Michel Carassou, Paris, Plasma, 1982. English translation by ArianeK. Entretiens avec Leon Chestov (French version) The text in this edition is slightly different from the excerpts published as introduction to the the French edition of Shestov’s “Potestas Clavium;”, 1967. I…

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“A coragem da verdade: a relevância da arte-de-viver de Diógenes, o ‘Cão’, segundo Michel Foucault, Emil Cioran e Luis Navia” (Eduardo Carli de Moraes)

Publicado originalmente em A CASA DE VIDRO:
Diógenes de Sínope (413 – 323 a.C.), Pintura de Jean-Léon Gérôme Se viver é uma arte, Diógenes certamente merece ser reconhecido como um dos mais radicais experimentadores neste campo, o da estética da existência. O lendário filósofo que morava em um tonel e confrontava todos os valores vigentes…

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