“Emil Cioran e Correia de Sá: o ensaio de um ‘desconhecido’ ilustre” (Rui Benevides Prates)

“Emil Cioran e Correia de Sá: o ensaio de um ‘desconhecido’ ilustre” (Rui Benevides Prates)

Meus eternos agradecimentos a Rui Benevides Prates, o “arqueólogo” cioraniano que desenterrou estas relíquias. 1. Introdução “Dans le Jornal Do … Continuar lendo “Emil Cioran e Correia de Sá: o ensaio de um ‘desconhecido’ ilustre” (Rui Benevides Prates)

“Cioran, irracionalismo e racionalismos: sobre desleituras e mal-entendidos” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran, irracionalismo e racionalismos: sobre desleituras e mal-entendidos” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Devemos repetir a nós próprios todos os dias: Sou um daqueles que, entre milhares, se arrastam pela superfície do globo. … Continuar lendo “Cioran, irracionalismo e racionalismos: sobre desleituras e mal-entendidos” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O conceito de disciplina de horror no Breviário de decomposição de Cioran” (Anthonio Delbon)

“O conceito de disciplina de horror no Breviário de decomposição de Cioran” (Anthonio Delbon)

Dissertação apresentada à banca examinadora como exigência parcial para obtenção do título de Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica … Continuar lendo “O conceito de disciplina de horror no Breviário de decomposição de Cioran” (Anthonio Delbon)

“Breviário de Decomposição: livro perigoso e essencial” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Breviário de Decomposição: livro perigoso e essencial” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Por que reunir-se em torno do Précis de décomposition – e celebrá-lo? Alguns diriam que não há nada aí a … Continuar lendo “Breviário de Decomposição: livro perigoso e essencial” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Quem escreveu o Breviário de Decomposição?” (Nicolas Cavaillès)

“Quem escreveu o Breviário de Decomposição?” (Nicolas Cavaillès)

Tal como foi publicado pela editora Gallimard em 1949, o primeiro livro escrito em francês pelo romeno Emil Cioran, Breviário … Continuar lendo “Quem escreveu o Breviário de Decomposição?” (Nicolas Cavaillès)

Pensar-ser-o-que-se-é-pensa (Emil Cioran)

Pensar-ser-o-que-se-é-pensa (Emil Cioran)

Nevoia de a dovedi o afirmaÅ£ie, de-a vîna argumente în dreapta şi-n stînga presupune o anemie a spiritului, o nesiguranţă … Continuar lendo Pensar-ser-o-que-se-é-pensa (Emil Cioran)

Dicionário do perfeito cínico (Roland Jaccard)

Dicionário do perfeito cínico (Roland Jaccard)

Seleção de aforismos retirados de “Dictionnaire du parfait cynique“, obra compilada por Roland Jaccard e nunca publicada em português, numa … Continuar lendo Dicionário do perfeito cínico (Roland Jaccard)

O Mau Demiurgo: Cúmulo do “Veneno Abstrato”, ou Porque Coringa Não É Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

O Mau Demiurgo: Cúmulo do “Veneno Abstrato”, ou Porque Coringa Não É Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O bem-sucedido em tudo é necessariamente superficial. O fracasso é uma versão moderna do nada. Ao longo da minha vida, … Continuar lendo O Mau Demiurgo: Cúmulo do “Veneno Abstrato”, ou Porque Coringa Não É Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Encuentro Internacional Cioran México: Entre Filosofía y Literatura

Encuentro Internacional Cioran México: Entre Filosofía y Literatura

11-16 noviembre, 2019 In memoriam Liliana Herrera (1960-2019) LUNES 11 Facultad de Estudios Superiores – Acatlán (Unidad de Congresos UIM … Continuar lendo Encuentro Internacional Cioran México: Entre Filosofía y Literatura

“Benjamin Fondane. Tra Gerusalemme e Atene” (Francesco Testa)

“Benjamin Fondane. Tra Gerusalemme e Atene” (Francesco Testa)

Orizzonti Culturali Italo-Romeni, n. 11, novembre 2019, anno IX Il libro Tra Gerusalemme e Atene – recentemente pubblicato dalla casa editrice Giuntina … Continuar lendo “Benjamin Fondane. Tra Gerusalemme e Atene” (Francesco Testa)

Perfeccionismo, “Obsessão do Essencial” e a condição fragmentária (Cioran)

Perfeccionismo, “Obsessão do Essencial” e a condição fragmentária (Cioran)

Nos Cahiers (p. 73), estas 2 anotações, uma seguida da outra: Chercher l’être avec des mots!- Tel est notre donquichottisme, … Continuar lendo Perfeccionismo, “Obsessão do Essencial” e a condição fragmentária (Cioran)

“Cioran, entre filosofia e poesia: ambivalência, hibridismo, temeridade” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran, entre filosofia e poesia: ambivalência, hibridismo, temeridade” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Já que tudo o que se concebeu e empreendeu dede Adão é ou suspeito ou perigoso ou inútil, que fazer? … Continuar lendo “Cioran, entre filosofia e poesia: ambivalência, hibridismo, temeridade” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Der Mensch: ein Rechenfehler der Natur” (Verena von der Heyden-Rynsch)

“Der Mensch: ein Rechenfehler der Natur” (Verena von der Heyden-Rynsch)

ZEIT ONLINE, 18 Januar 1980 Wiederentdeckt: der Dichter und Theoretiker E. M. Cioran Vor einigen Monaten ist auf dem deutschen … Continuar lendo “Der Mensch: ein Rechenfehler der Natur” (Verena von der Heyden-Rynsch)

“Cioran, ingênuo e sentimental”: um perfil literário e psicológico, por Ion Vartic (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran, ingênuo e sentimental”: um perfil literário e psicológico, por Ion Vartic (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Eu havia escrito esta resenha em 2011, e não sei porque não a publiquei à época. Acabo de descobri-la, perdida, … Continuar lendo “Cioran, ingênuo e sentimental”: um perfil literário e psicológico, por Ion Vartic (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Lenguaje interior y aforismo: una analogía” (M. Liliana Herrera A.)

“Lenguaje interior y aforismo: una analogía” (M. Liliana Herrera A.)

In: HERRERA A., M. Liliana; ABAD T., Alfredo A. (orgs). Cioran en perspectivas. Pereira: Universidad Tecnológica de Pereira, 2009, p. … Continuar lendo “Lenguaje interior y aforismo: una analogía” (M. Liliana Herrera A.)

O risco totalitário entre a língua e a linguagem (Roland Barthes)

O risco totalitário entre a língua e a linguagem (Roland Barthes)

A linguagem é legislação, a língua é seu código. Não vemos o poder que reside na língua, porque esquecemos que … Continuar lendo O risco totalitário entre a língua e a linguagem (Roland Barthes)