“Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Só se suicidam os otimistas, os otimistas que não conseguem mais sê-lo. Os outros, não tendo nenhuma razão para viver, … Continuar lendo “Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Sobre humanos, marionetes e liberdade: Cioran em diálogo com John Gray” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Sobre humanos, marionetes e liberdade: Cioran em diálogo com John Gray” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

A marionete – objeto artificial, aqui humanizado, dotado de “alma” – como metáfora do homem. O homem – animal autoconsciente, … Continuar lendo “Sobre humanos, marionetes e liberdade: Cioran em diálogo com John Gray” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Ninguém é pai de um poema sem morrer. Manoel de Barros Se leio um livro e ele torna o meu corpo tão frio que nenhum … Continuar lendo “De inutensílios e dessantidades: a palavra poética em Manoel de Barros e Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)