“Niilismo, existencialismo e gnosticismo: a hermenêutica existencial de Franco Volpi” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

A obra de Heidegger, leitor de Nietzsche, apresenta um paradoxo que é o mesmo de boa parte do pensamento contemporâneo: “Nela, com efeito, parecem tocar-se e conviver dois extremos incompatíveis: de um lado, um niilismo radical; de outro, o convite a uma visão inspirada, senão mesmo ao misticismo.”[i] Daí, segundo Volpi, em face dos escritos…

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