“One more time with feeling…” (Nick Cave & The Bad Seeds)

Mostly I never knew which way was out Once it was on, it was on and that was that The umbilicus was a force that they’d found in rabid blood Then I spin on my wheel like a laboratory rat I was an electrical storm on the bathroom floor, clutching the bowl My blood was […]…

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“Jesus Alone” (Nick Cave & The Bad Seeds)

You fell from the sky Crash landed in a field Near the river Adur Flowers spring from the ground Lambs burst from the wombs of their mothers In a hole beneath the bridge You convalesced, you fashioned masks of twigs and clay You cried beneath the dripping trees Ghost song lodged in the throat of […]…

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If you knew that you would die today If you saw the face of God and Love Would you change? Would you change? If you knew that love can break your heart When you’re down so low you cannot fall Would you change? Would you change? How bad how good does it need to get? […]

via Delìrivm Còrdia🤘🏼

How many people rise and say “My brain’s so awfully glad to be here For yet another mindless day”? I’ve got all morning to obsessively accrue A small nation of meaningful objects And they’ve got to represent me too By this afternoon, I’ll live in debt By tomorrow, be replaced by children How many people […]

via Delìrivm Còrdia🤘🏼

"Triste", por Beatriz Calle

Publicado originalmente em Espacio M. Liliana Herrera A. 🇨🇴:
Cuando al quererlo la suertese mezclan a nuestras vidas,de la ausencia o de la muerte,las penas desconocidas, y, envueltos en el misteriovan, con rapidez que asombra,amigos al cementerio,ilusiones a la sombra, la intensa voz de ternuraque vibra en el alma amantecomo entre la noche oscurauna campana distante,…

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Jeff Koons, Anti-Cioran

Um ser sem duplicidade não possui profundidade e mistério; não esconde nada. Só a impureza é sinal de realidade. E se os santos não são inteiramente desprovidos de interesse, é que sua sublimidade mistura-se ao romance e sua eternidade presta-se à biografia; suas vidas indicam que abandonaram o mundo por um gênero suscetível de cativar-nos…

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“Mensagem à Poesia” (Vinícius de Moraes)

“A minha missão é sofrer por todos os que sofrem sem o saberem. Devo pagar por eles, expiar a sua inconsciência, a sorte que têm de ignorar até que ponto são infelizes.” (Cioran) Não posso Não é possível Digam-lhe que é totalmente impossível Agora não pode ser É impossível Não posso. Digam-lhe que estou tristíssimo,…

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“Poema de Natal” (Vinícius de Moraes)

POEMA DE NATAL Rio de Janeiro , 1946 Para isso fomos feitos: Para lembrar e ser lembrados Para chorar e fazer chorar Para enterrar os nossos mortos – Por isso temos braços longos para os adeuses Mãos para colher o que foi dado Dedos para cavar a terra. Assim será a nossa vida:Uma tarde sempre…

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“Às margens do ser (a propósito de Liliana Herrera)” (Alfredo Abad)

Um belo e inspirado texto do filósofo e professor colombiano a esta que foi, além de poeta, escritora e tradutora (mulher polivalente), uma filósofa da existência perfeitamente marginal, ou seja, alheia aos academicismos, às patifarias e à vanitas que são, via de regra, proporcionais ao grau de erudição e de institucionalização, vícios quase onipresentes nos…

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“Cioran: pensador-cantor com uma alma perdidamente musical” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Não se pode eludir a existência com explicações, só se pode suportá-la, amá-la ou odiá-la, adorá-la ou temê-la, nessa alternância de felicidade e de horror que exprime o ritmo mesmo do ser, suas oscilações, suas dissonâncias, suas veemências amargas ou alegres.” (Breviário de decomposição) “Sem o imperialismo do conceito, a música teria substituído a filosofia:…

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“Sunforest” (Nick Cave & The Bad Seeds)

[Verse 1] I lay in the forest amongst the butterflies and the fireflies And the burning horses and the flaming trees As a spiral of children climb up to the sun Waving goodbye to you and goodbye to me As the past pulls away and the future begins I say goodbye to all that as the future rolls in…

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“O velho e a flor” (Vinícius de Moraes, Toquinho & Quarteto em Cy)

Por céus e mares eu andei Vi um poeta e vi um rei Na esperança de saber o que é o amor Ninguém sabia me dizer E eu já queria até morrer Quando um velhinho com uma flor assim falou O amor é o carinho É o espinho que não se vê em cada flor…

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“Pequena Filocalia”: Novo livro revela «amor da beleza» à «mística da oração interior»

Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura Lançada há dias pela Paulinas Editora, a “Pequena Filocalia” contém um conjunto de textos cristãos, produzidos ao longo de mil anos, a partir da edição original da “Filocalia” grega, que apela aos cristãos para se aperfeiçoarem e procurarem a paz interior. «São especialmente textos do vasto tesouro literário e…

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“Tempo de amor” (Baden Powell & Marcia Sousa)

Apesar de tudo, continuamos amando; e esse “apesar de tudo” cobre um infinito. CIORAN, Silogismos da amargura (1952) Ah, bem melhor seria Poder viver em paz Sem ter que sofrer Sem ter que chorar Sem ter que querer Sem ter que se dar Ah, bem melhor seria Poder viver em paz Sem ter que sofrer…

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HUMAN’s Musics – A film by Yann Arthus-Bertrand / Composed by Armand Amar

“MANIACS OF PROCREATION, bipeds with devalued faces, we have lost all appeal for each other. And it is only on a half-deserted earth, peopled at most by a few thousand inhabitants, that our physiognomies might recover their ancient glamour. The multiplication of our kind borders on the obscene; the duty to love them, on the…

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I came to discover this beautifully sad song by Brian Eno by watching an Italian film, La stanza del figlio (“The son’s room”), from director Nanni Moretti, by the way, also a beautifully sad film, downright devastating, about the tragic loss of a son, and his empty room in the house; about coping with loss, […]

via Delìrivm Còrdia🤘🏼

All hail the singer, all sing the song, the hymn… to love. The room is cold and has been like this for several months. If I close my eyes I can visualise everything in it right down Right down to the broken handle on the third drawer down of the dressing table. And the world […]

via Delìrivm Còrdia🤘🏼

“Teachers” (Leonard Cohen)

I met a woman long ago Her hair the black that black can go Are you a teacher of the heart? Soft she answered no I met a girl across the sea Her hair the gold that gold can be Are you a teacher of the heart? Yes, but not for thee I met a…

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via Delìrivm Còrdia🤘🏼

[Verse 1] Flat nose whistle goes up ahead Up ahead on the El Greco grunt [Chorus 1] God creates man and then animals Bilge! God creates animals and then man Jackaroo in the slew Let its tinnitustic needles sew back shadow [Verse 2] She holds a baby made of towels all up […]

via Tar – Scott Walker — Delìrivm Còrdia🤘🏼

“Ghosteen” (Nick Cave & The Bad Seeds)

[Verse 1] This world is beautiful Held within its stars I keep it in my heart The stars are your eyes I loved them right from the start A world so beautiful And I keep it in my heart [Bridge] A ghosteen dances in my hand Slowly twirling, twirling all around A glowing circle in my hand Dancing, dancing,…

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“Fireflies” (Nick Cave & The Bad Seeds)

How about Nick Cave & The Good Seeds (of Mustard)? Jesus lying in his mother’s arms Is a photon released from a dying star We move through the forest at night The sky is full of momentary light And everything we need is just too far We are photons released from a dying star We are fireflies a child…

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“Hollywood” (Nick Cave & The Bad Seeds)

At around 8’ 30’’ into the song ‘Hollywood’ the narrator stands on the beach, looking out to sea. Malibu is on fire and the animals have been driven down from the hills to the shore. A sea serpent rises out of the ocean. A small boy drops his bucket and spade and climbs into the sun. Jon, this…

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Ghosteen (Nick Cave & The Bad Seeds)

La musique n’existe qu’aussi longtemps que dure l’audition, comme Dieu qu’autant que dure l’extase. L’art suprême et l’être suprême ont ceci de commun qu’ils dépendent entièrement de nous. [A música só existe enquanto dura a audição, como Deus enquanto dura o êxtase. A arte suprema e o ser supremo possuem isto em comum, o fato…

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“Madrigal triste” (Charles Baudelaire)

I Que m’importe que tu sois sage? Sois belle! Et sois triste! Les pleurs Ajoutent un charme au visage, Comme le fleuve au paysage; L’orage rajeunit les fleurs. Je t’aime surtout quand la joie S’enfuit de ton front terrassé; Quand ton coeur dans l’horreur se noie; Quand sur ton présent se déploie Le nuage affreux…

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“Beatitude e sofrimento” (Clément Rosset)

Tomo emprestado ao comunicado de Henri Birault, no colóquio Royaumont sobre Nietzsche, em 1964, o termo “beatitude”, para definir o tema central da filosofia nietzschiana. Provavelmente, do mesmo modo, outros termos conviriam: alegria de viver, gáudio, júbilo, prazer de existir, adesão à realidade, e ainda muitos outros. Pouco importa a palavra, aqui é a ideia…

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“É preciso aprender a amar” (Nietzsche)

EIS O QUE SUCEDE conosco na música: primeiro temos que aprender a ouvir uma figura, uma melodia, a detectá-la, distingui-la, isolando-a e demarcando-a como uma vida em si; então é necessário empenho e boa vontade para suportá-la, não obstante sua estranheza, usar de paciência com seu olhar e sua expressão, de brandura c om o que nela é…

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“Samba da benção” (Baden Powell & Vinícius de Moraes)

É melhor ser alegre que ser triste Alegria é a melhor coisa que existe É assim como a luz no coração Mas pra fazer um samba com beleza É preciso um bocado de tristeza É preciso um bocado de tristeza Senão, não se faz um samba não Senão é como amar uma mulher só linda…

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“Holy Motors”: o cinema do absurdo e sua cruel beleza (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Holy Motors (“Motores Sagrados”, 2012). Um filme francês apesar do nome, um tanto intrigante a princípio, mas que não poderia ser mais acertado. Tanto o fato de ser em inglês quanto em termos semânticos. No início, um homem. Muitíssimo rico, saindo de manhã cedo de sua suntuosa mansão nos arredores de Paris, terno e gravata, maleta…

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“As ambiguidades da experiência moderna” (Franklin Leopoldo e Silva)

A partir da visão hegeliana de modernidade , o professor discute a como é possível pensar a arte e a poesia num mundo sem ideal. Neste cenário, a pergunta que parece se impor é: Como pensar a arte depois de Hegel?

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