“Êxtase, não-saber e experiências interiores: um diálogo inaudito entre Cioran e Bataille” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Êxtase, não-saber e experiências interiores: um diálogo inaudito entre Cioran e Bataille” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Dedicado a Rose Cunha. Conhece-se um autor ou uma autora não apenas pela leitura da sua obra, também — indiretamente, … Continuar lendo “Êxtase, não-saber e experiências interiores: um diálogo inaudito entre Cioran e Bataille” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Chestov e a exceção monoteísta, ou peixes morrem afogados” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Chestov e a exceção monoteísta, ou peixes morrem afogados” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Satã, anjo decaído transformado em demiurgo, encarregado da Criação, insurge-se contra Deus e revela-se, neste mundo, mais à vontade e … Continuar lendo “Chestov e a exceção monoteísta, ou peixes morrem afogados” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O desespero como necessidade e aprofundamento do drama de viver: Cioran e Kierkegaard em diálogo” (Elton Silva Salgado e Jorge Miranda de Almeida)

“O desespero como necessidade e aprofundamento do drama de viver: Cioran e Kierkegaard em diálogo” (Elton Silva Salgado e Jorge Miranda de Almeida)

Revista Húmus, no. 9, set/out/nov/dez de 2013 Resumo: Este artigo aborda o desespero como uma das principais categorias da Filosofia da … Continuar lendo “O desespero como necessidade e aprofundamento do drama de viver: Cioran e Kierkegaard em diálogo” (Elton Silva Salgado e Jorge Miranda de Almeida)

“Um grito de desespero: diálogo para uma filosofia da morte em Ivan Junqueira e Emil Cioran” (Rodrigo Michell dos Santos Araújo)

“Um grito de desespero: diálogo para uma filosofia da morte em Ivan Junqueira e Emil Cioran” (Rodrigo Michell dos Santos Araújo)

Estação Literária, Londrina, Volume 9, p. 81-94, jun. 2012ISSN 1983-1048 Resumo: Este artigo pretende estabelecer uma aproximação entre o pessimismo filosófico … Continuar lendo “Um grito de desespero: diálogo para uma filosofia da morte em Ivan Junqueira e Emil Cioran” (Rodrigo Michell dos Santos Araújo)