“Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Só se suicidam os otimistas, os otimistas que não conseguem mais sê-lo. Os outros, não tendo nenhuma razão para viver, por que a teriam para morrer? (Silogismos da amargura) Poucas são as filosofias capazes de equilibrar, numa rara harmonia na tensão, os princípios ontológicos antinômicos da necessidade e da contingência; ora necessidade, ora contingência, ou…

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