“As vantagens da debilidade e o pensador de ocasião, em Emil Cioran” (Rossano Silva Queiroga)

Revista Extemporânea, Ano I, No. I, Mar/2013 – ISSN 2318-0293, Campina Grande-PB Resumo: O presente artigo tem por objetivo investigar, a partir de Breviário de decomposição (1949), a proposta, lançada por Cioran, que destaca “o pensador de ocasião” como fundamento que revela o interior de sua filosofia, que por sua vez, baseia-se nos paroxismos orgânicos como forma vital para o…

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“Emile Cioran e os Equívocos da Filosofia” (João Maurício Barreiros Brás)

Revista Gepolis, Universidade Católica Portuguesa, no. 5, 1998 [Pdf] O objectivo deste artigo consiste em abordar estas questões insignificantes, acompanhados por um pensador, Emile Cioran, que pode servir como exemplo de um tipo de filósofo c filosofia esquecidos. Estamos em presença de um perseguidor incansável da lucidez e do desengano, no sentido daquele que vê,…

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“Cioran o el desconsuelo de la filosofía: un apunte para la desistencia” (José Ignacio Nájera)

A los ojos de Cioran es tanta la tolerancia que hoy nos ofrece la filosofía que ya no cabe esperar grandes cosas de ella. Vista su falta de operatividad, lo filosófico no iría más allá de la acentuación del ensimismamiento. Sin nada de qué ocuparse, ha pasado a ser un género cuyo único progreso se…

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“Um grito de desespero: diálogo para uma filosofia da morte em Ivan Junqueira e Emil Cioran” (Rodrigo Michell dos Santos Araújo)

Estação Literária, Londrina, Volume 9, p. 81-94, jun. 2012ISSN 1983-1048 Resumo: Este artigo pretende estabelecer uma aproximação entre o pessimismo filosófico de Emil Cioran e a obra A sagração dos ossos (1994), de Ivan Junqueira. Busca-se investigar na obra do poeta um espaço propício para uma filosofia da morte e do morrer a partir da experiência…

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“Retrato do filósofo cínico ou a filosofia indigente” (Michel Onfray)

Trata-se de demonstrar as grandes possibilidades do vagabundo em relação à virtude… contra a figura do sábio hierático e um tanto enfatuado, o cínico propõe a do filósofo errante. Séculos mais tarde, Cioran expressa certa simpatia por esta maneira de ser, que representa também uma proximidade com o essencial. Não possuir nada predispõe melhor a…

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“¿Por qué a Cioran no le gusta Heidegger?” (José Ignacio Nájera)

Que existan ciertos paralelismos entre Heidegger y Cioran no autoriza a decir, como ha hecho Sloterdijk, que el segundo sea el doble oscuro del primero. La supuesta brillantez de tal caracterización resulta tan llamativa como desafortunada, y no pasa de ser una agitación cascabelera para llamar la atención. Son muchas más las diferencias y las…

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“Entrevista a Alfredo Abad sobre la recepción de Cioran en Colombia y otros temas” (Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes)

Alfredo Abad (Colombia) es Profesor de Filosofía de la Universidad Tecnológica de Pereira; Director del grupo de investigación Filosofía y escepticismo; ha publicado los libros Filosofía y literatura, encrucijadas actuales (2007), Pensar lo implícito en torno a Gómez Dávila (2008), Cioran en perspectivas con Liliana Herrera (2009). Organiza anualmente al lado de la Prof. María…

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“A incompreensibilidade do mal” (Franklin Leopoldo e Silva)

Revista Cult, no. 150, Setembro 2010 Diante do mal, o que está em jogo não é explicação ou compreensão, mas sim revolta ou resignação Se a filosofia é a tentativa de compreensão da condição humana, então a questão do mal ocupa o centro das preocupações – e a marca profunda que a tradição socrático-platônica deixou…

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“Cioran e um professor de filosofia cego” (Matéi Visniec)

Projeção no telão: imagens da Sorbonne. As imagens se esfacelam e desaparecem, mas o anfiteatro permanece como cenário: um estrado, uma cadeira sobre estrado, um quadro negro, etc. Com seu bastão na mão, o cego do telescópio entra. Com o telescópio debaixo de um braço, o tripé debaixo do outro, ele arrasta também com ele…

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