La amiga alemana de Cioran (José Ignacio Nájera)

Tras un día de debates acadêmicos y celebración de los 70 años desde la publicación del primer libro de Cioran escrito en francés, el Précis de décomposition, nada mejor para coronar un día perfectamente cioraniano (incluso la lluvia ayudó) que recibir un texto inédito de un importante colaborador del Portal E.M.Cioran 🇧🇷: el profesor José…

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Interview with Renzo Rubinelli: the Italian reception of Cioran

My aim is to carry out an exegesis of Cioran’s thought so as to evince how the issue of time is the basis of all his meditations.  To Cioran, time is destiny. The curse of existence is that of being “incarcerated” in the linearity of time, which stems from a paradisiacal, pre-temporal past, toward a destiny of death and decay. It is a…

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Entrevista com Renzo Rubinelli: andanças, encontros, escrituras e a recepção de Cioran na Itália

Busco fazer uma exegese do pensamento de Cioran que evidencia como o tempo está na raiz de toda a sua reflexão. Para Cioran, Tempo é Destino. A maldição de nossa existência é a de sermos “encarcerados” na linearidade do tempo, que procede de um paradisíaco passado pré-temporal em direção a um destino de morte e decomposição. Trata-se de…

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“Quando a memória sai de cena: Cioran por Matéi Visniec” (Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes)

RESENHA: Desvãos Cioran ou Mansarda em Paris com Vista para a Morte. São Paulo: É Realizações, 2012. Um passeio por Cioran Diz-se que certo dia, no início da década de 90, Cioran saiu da editora Gallimard e, pretendendo voltar parar casa, se esqueceu de onde morava. Era o Alzheimer que chegava para precipitar seu crepúsculo em direção…

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“Uma homenagem subjetiva…” (Matéi Visniec)

Não conheci Cioran pessoalmente. Aliás, nem mesmo tentei, já que sua obra me parecia suficiente para que eu pudesse me comunicar e dialogar com ele tendo toda liberdade e da maneira mais cordial. Mas, por curiosidade, fui ouvir Cioran, que devia se apresentar num colóquio sobre Benjamin Fondane. Foi em 1988, creio. Escutei a intervenção…

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“Portrait de Cioran. Comment Cioran m’a sauvé la vie” (Roland Jaccard)

ALKEMIE – Revue Semestrielle de Littérature et Philosophie, no. 6 («Cioran») L’enfant que j’étais comprenait mal que ses parents l’aient jeté dans cette fournaise qu’était le monde. Il les jugeait inconscients. En temps de paix et de prospérité, passe encore. Mais en 1941… L’adolescent que j’étais avait lu Bouddha et partageait son pessimisme. Il ne…

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