“Defesa da corrupção” como resposta ao purismo do Livro das Ilusões (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Defesa da corrupção” como resposta ao purismo do Livro das Ilusões (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Não apenas o Breviário, concebido como um todo, é um livro profundamente autorreferencial, uma longa retratação e uma palinódia, os … Continuar lendo “Defesa da corrupção” como resposta ao purismo do Livro das Ilusões (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Quando esgotamos os pretextos que incitam à alegria ou à tristeza, conseguimos vivê-las, ambas, em estado puro: nos igualamos assim … Continuar lendo “A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Do inconveniente de ter nascido, o tédio da decomposição e a necessidade última de ilusão (Emil Cioran)

Do inconveniente de ter nascido, o tédio da decomposição e a necessidade última de ilusão (Emil Cioran)

“Três horas da manhã. Apercebo-me deste segundo, e do que se lhe segue, faço o balanço de cada minuto. Por … Continuar lendo Do inconveniente de ter nascido, o tédio da decomposição e a necessidade última de ilusão (Emil Cioran)

“Cioran, a filosofia como desfascinação e a escrita como terapia”: entrevista com Vincenzo Fiore

“Cioran, a filosofia como desfascinação e a escrita como terapia”: entrevista com Vincenzo Fiore

“Numa época em que o fanatismo parece voltar à ribalta a nível mundial, o pensador romeno é um antídoto que … Continuar lendo “Cioran, a filosofia como desfascinação e a escrita como terapia”: entrevista com Vincenzo Fiore