“Despre „Lacrimi şi Sfinţi” sau cartea misticului refuzat” (Marta Petreu)

APOSTROF – Uniunii Scriitorilor din România Anul XXII, 2011, nr. 3 (250) „Lacrimi şi Sfinţi, ultima carte a lui Emil Cioran, este un tragic exemplu de ceea ce poate însemna «maceraţia» de sine prin paradox şi invectivă“, scria în ianuarie 1938, în revista Vremea, Mircea Eliade, neascunzîndu-şi iritarea faţă de volumul prietenului său. Şi adăuga: „Sînt…

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“Emil Cioran” (Till Kinzel)

La Torrey del Virrey – Instituto de Estudios Culturales Avanzados, mayo 2016 Till Kinzel es profesor de Literatura Inglesa y Americana contemporáneas en la Technischen Universität Braunschweig. Su último libro es Michael Oakeshott: Philosoph der Politik (2007). Se podría considerar de lo más apropiado que uno de los pensadores más amargos del siglo XX, un…

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“Uma vanguarda centenária”: entrevista de George Popescu a Marco Lucchesi

Revista Brasileira – Revista da Academia Brasileira de Letras (fase VIII), abril/maio/junho de 2013, ano II, no. 75. [Pdf] Revista Brasileira – Como o senhor interpreta o quadro atual da literatura romena? George Popescu – Depois da queda do regime autoritário de Ceauşescu, a literatura romena expôs, junto a toda a sociedade, um momento de…

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Homenaje: “Cioran o la voz de la conciencia”

EL TIEMPO, 21/06/1995 La muerte fue una reiteración en la escritura del filósofo rumano Emile Mihai Cioran, quien murió ayer en París a los 84 años, víctima de la enfermedad de alzheimer. Este es un luto para quienes siguieron sus obras, especialmente los jóvenes, que encontraron en sus desesperados aforismos las respuestas a muchas inquietudes…

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“A sensibilidade trágica na Romênia” (Emil Cioran)

“La sensibilité tragique en Roumanie”, in Solitude et destin. Trad. de Alain Paruit. Paris : Arcades/Gallimard, 2004, p. 254-256. Do original: „Sensibilitatea tragică în Romania”, in Abecedar, an I, nr. 13 – 14, 3 – 10 august 1933, p. 1 – 2. Um dos elementos da minha tristeza é só poder determinar negativamente as realidades romenas.…

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“Como Pascal, busco razões para não crer”: carta de Cioran a George Bălan

Publicado em Avvenire.it, quarta-feira, 27 de setembro de 2017 O pensador romeno confessa nesta carta a sua luta com o sagrado: “Uma das coisas que mais bem entendo é a prece e as razões que levam a ela, o terrível dilaceramento do qual deriva.” A carta inédita que aqui é extraída do epistolário entre Emil…

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“Vida de tradutor: entrevista com Fernando Klabin” (Elisianne Campos)

O Povo, 04/02/2013. Em viagem à Romênia, a jornalista Elisianne Campos entrevista o paulistano Fernando Klabin, funcionário da Embaixada do Brasil em Bucareste e tradutor de grandes nomes da literatura e da cultura romenas Desde que teve sinal verde para ingressar na União Europeia, em 2007, a Romênia vem sofrendo um gradual processo de modernização, na tentativa…

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Entrevista: Amelia Natalia Bulboacă e a recepção italiana de Cioran, entre duas línguas

Amelia Natalia Bulboacă nasceu na cidade de Brăila, na Romênia. É formada em Ciências Políticas pela Universidade de Milão, com especialização em Ciências Internacionais e Instituições europeias. É mestra em Ciências Antropológicas e Etnológicas pela Università degli Studi di Milano-Bicocca e está em vias de obter outra especialização em Filosofia das Religiões. É colaboradora da…

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Intervista a Rodrigo Menezes con Amelia Natalia Bulboacă: la ricezione italiana di Cioran tra due lingue

Amelia Natalia Bulboacă è nata nella città di Brăila, in Romania. Ha conseguito una laurea in Scienze Internazionali e Istituzioni Europee presso l’Università degli Studi di Milano, la laurea magistrale in Scienze Antropologiche ed Etnologiche presso l’Università degli Studi di Milano-Bicocca ed è collaboratrice della rivista bilingue Orizzonti culturali italo-romeni. Attualmente sta concludendo un’altra specializzazione…

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“Thinkers and Liars”: review on Marta Petreu’s “An Infamous Past…” (Joseph Frank)

New Republic 14/11/06, Nov 16, 2006 In the aftermath of World War II, there was a great influx of refugees into the United States. Most came from countries where populations had been uprooted by the course of battle, or were escaping from a past that they were lucky to have survived. Some, however, were trying…

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“La escritura como expiación” (Rafael Conte)

El País, 23 Noviembre 2002 El breve relato que de un viaje a Ibiza realizó Emil M. Cioran (1911-1995) ayuda a comprender el misterio que impregna la obra del autor francorrumano. Su publicación en España coincide con la edición en Francia de un duro estudio sobre Cioran, Eliade e Ionesco, rumanos de nacimiento, fascistas en…

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Trei Scriitori în cǎtarea luminii (III)

Simona Modreanu – Convorbiri Literare Raportarea cioraniana la divinitate, care e permanenta, s-a concretizat mult timp într-o problematica ce s-a aflat îndelung în centrul preocuparilor sale, si anume mistica. Pentru Cioran, ea are sensul irumperii plenitudinii în continuitatea temporala, dar viziunea sa dezvaluie o diferenta deloc neglijabila între perspectivele religioase din Occident si din Orient,…

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“E.M. Cioran. La rivincita dell’ anti-Sartre” (Mario Andrea Rigoni)

Corriere della Sera, 28 febbraio 2011 (Pagina 35) Riscoperta trasversale dello scrittore a cento anni dalla nascita D a quando, verso la metà degli anni Settanta, ho incominciato a frequentare Cioran, dedicandomi anche alla diffusione della sua conoscenza in Italia, mi sono spesso chiesto in che cosa consistesse la sua singolarità e quale fosse il rapporto…

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“A literatura romena entre a tradição e o cosmopolitismo” (Fernando Couto e Santos)

[PDF] Várias interrogações se colocam a um novo país após o seu surgimento. A menor das quais não será seguramente a maneira como se poderá afirmar culturalmente perante os demais. As suas tradições constituem efectivamente uma das formas mais genuínas de um país se singularizar, mas como pode um país afirmar a sua especificidade num…

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“O monge que achou a liberdade na prisão” (Antonio Gonçalves Filho & Felipe Cherubin)

O Estado de S.Paulo – 16 de janeiro de 2010   Sai no Brasil O Diário da Felicidade, livro do pensador romeno Nicolae Steinhardt O Diário da Felicidade, primeiro livro do monge ortodoxo romeno Nicolae Steinhardt publicado no Brasil, chega às livrarias para apresentar ao leitor um autor praticamente desconhecido. Steinhardt, no entanto, foi um dos…

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“Uma Romênia invisível” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Publicado em Trăiască prietenia româno-braziliană, 08/08/2012 Ignorada ou mal compreendida pelos demais, a vida destas nações é ainda mais intensa. Sua história, além de ser trágica, está como que transfigurada, poderíamos dizer, por uma permanente presença divina. Estes povos não conhecem o repouso, a serenidade, a alegria de criar no tempo. Constantemente atacados, só podem…

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Autorenporträt E. M. Cioran II: Die Freiheit des Zweifelns

Geschrieben von: Johannes Schüller Blaue Narzisse, Montag, den 07. Mai 2012 um 09:47 Uhr Das 1918 entstandene „Großrumänien“ hatte nicht die besten Voraussetzungen. 25 Prozent der Bevölkerung bestanden aus Minderheiten, darunter Deutschen, Ungarn, Ukrainern oder Bulgaren. Dass dieses Reich nur von kurzer Dauer sein konnte, bewies der Hitler-Stalin-Pakt 1940. Trotz der deutschfreundlichen Regierung unter General Ion…

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“O Sono e a Morte” (Mircea Eliade)

ELIADE, Mircea, Mito e Realidade, trad. de Pola Civelli (“Myth and Reality”), São Paulo: Perspectiva, 2002. Na mitologia grega, Sono e Morte, Hipnos e Tanatos, são dois irmãos gêmeos. Lembremos que também para os hebreus, ao menos a partir dos tempos pós-exílicos, a morte era comparável ao sono. Repouso na sepultura (Já 3: 13-15; 3:17),…

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“Livro de Mircea Eliade traz concepção mitológica da história” (Manuel da Costa Pinto)

Folha de São Paulo, 10/02/2012 Historiador das religiões, Mircea Eliade (1907-1986) formou, com o “dramaturgo do absurdo” Eugène Ionesco e com o filósofo Emil Cioran, um célebre trio de intelectuais romenos radicado em Paris por volta da Segunda Guerra Mundial. Com este último, ele compartilhou um passado nebuloso de simpatias pela Guarda de Ferro (grupo…

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“A frivolidade de um apóstolo da desilusão” (Marcelo Coelho)

Caderno Mais!, Folha de São Paulo, 26 de novembro de 2000 Cioran une petulância e melancolia nos textos de “Exercícios de admiração”, que analisa autores como Valéry e Beckett. Em qualquer tempo e em qualquer lugar há motivos de sobra para o pessimismo. Existem épocas, entretanto, em que essa atitude se torna especialmente charmosa e…

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“Emil Cioran: el filósofo demediado” (Juan Ángel Juristo)

Cuartopoder.es, 2 de abril de 2011 Estaba hace unas horas escuchando las intervenciones de Ignacio Vidal Folch , Héctor Subirats, colaborador de cuartopoder.es, y Fernando Savater en el salón de actos del Círculo de Lectores sobre sus encuentros con la obra y la figura de Cioran, actos encuadrados dentro de la Semana que el Instituto…

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“O castelo do terror metafísico” (Caio Liudvik)

Guia da Folha, Folha de São Paulo, 27 agosto 2011 “Só uma geração desiludida poderia se entusiasmar por uma visão tão negativa da história. Só da história? Da existência em geral. É preciso reconhecer que a vida não resiste a uma interrogação séria e que é difícil, e mesmo impossível, atribuir um sentido ao que…

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“O Drácula do ceticismo” (Sérgio Augusto)

O Estado de S. Paulo, 9 de abril de 2011 Misantropos e descrentes do mundo inteiro!, aproximem-se para celebrarmos juntos, com um dia de atraso, o centenário de Emil Cioran, o último agente provocador da filosofia, o mais desconcertante e divertido dos céticos, o mais fulgurante militante do pessimismo, o mais implacável profeta do niilismo,…

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