“Cioran, entre filosofia e poesia: ambivalência, hibridismo, temeridade” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Já que tudo o que se concebeu e empreendeu dede Adão é ou suspeito ou perigoso ou inútil, que fazer? Dessolidarizar-se da espécie? Seria esquecer que nunca se é homem tanto como quando se lamenta sê-lo.” (La chute dans le temps) O “pecado original” de Cioran é ser demasiado filósofo, pensador. Corrijo-me: é não ser…

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“Madrigal triste” (Charles Baudelaire)

I Que m’importe que tu sois sage? Sois belle! Et sois triste! Les pleurs Ajoutent un charme au visage, Comme le fleuve au paysage; L’orage rajeunit les fleurs. Je t’aime surtout quand la joie S’enfuit de ton front terrassé; Quand ton coeur dans l’horreur se noie; Quand sur ton présent se déploie Le nuage affreux…

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“Uma nova Idade Média” (Nikolai Berdiaev)

A DIVISÃO CLÁSSICA da história em antiga, medieval e moderna cairá breve em desuso; será excluída de nossos livros de estudos. A história contemporânea chega ao termo, e se inicia uma era desconhecida, à qual será preciso dar um nome. Saímos, na verdade, do quadro da história. É um fato, este, de que tivemos a…

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“Emile Cioran. El exceso, la herejía y el error” (Ana Rodríguez de la Robla)

EL DIARIO MONTAÑÉS, España, 8 de abril 2011 Francia siempre ha sido tierra hospitalaria para rumanos atormentados. A cambio de su desdicha, de su rabia, de sus ideas -a veces consumaciones- suicidas, les otorga una lengua o un hogar que siempre es como una traducción, como un subtítulo que difundiera sarcasmos que de otro modo…

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“Nós, os trogloditas” (E.M. Cioran)

OS VALORES não se acumulam: uma geração só produz algo novo pisoteando o que havia de único na geração precedente. Isto é ainda mais verdadeiro para a sucessão das épocas: o Renascimento não pôde “salvar” a profundidade, as quimeras, a espécie de selvageria da Idade Média; o Século das Luzes, por sua vez, só guardou…

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“O cenário do saber” (E.M. Cioran)

NOSSAS VERDADES não valem mais que as de nossos antepassados. Depois de haver substituído seus mitos e seus símbolos por conceitos, nos julgamos mais “avançados”; mas esses mitos e esses símbolos não exprimem menos que nossos conceitos. A Árvore da Vida, a Serpente, Eva e o Paraíso significam tanto como: Vida, Conhecimento, Tentação, Inconsciente. As…

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“Modernidade poética em Baudelaire” (Franklin Leopoldo e Silva)

UNIVESP TV, 29 de março de 2012. Nesta vídeo-aula, o prof. Franklin Leopoldo e Silva coloca em pauta os temas do heroísmo e da singularidade como proposta baudelairiana de inserção poética na modernidade. Como fazer-se poeta? Ademais, como fazer-se poeta moderno? São as questões essenciais que animam a criação baudelairiana, de acordo com Franklin. Segundo…

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Les modernes et la négativité

Par Daniele Carluccio, publié dans Fabula – Recherche en littérature Modernités, n° 33, 2012 : « Nihilismes ? », sous la direction de Éric Benoit et Dominique Rabaté, EAN 9782867817663. Mot(s)-clé(s): Modernité – Littérature – Nihilisme – Néant Explorer la littérature moderne revient à se confronter, inévitablement, à la négativité qui lui est inhérente. La revue Modernités,…

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