“A Romênia entre a História e a Europa” (Tony Judt)

A edição de fevereiro de 2000 da revista masculina Plai cu Boi de Bucareste apresenta uma certa princesa Brianna Caradja. Variando de adereços de couro a quase nada, ela aparece nas páginas centrais numa série de poses meio desfocadas, flagelando servos (masculinos) subservientes e semidespidos. Os rapazes submissos, envoltos em fumaça, cortam lenha, puxam trenós…

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Cioran, o místico de uma era pós-Deus: entrevista com Mirko Integlia (2ª parte)

“Il testo cioraniano è ‘rischioso‘. A escritura cioraniana possui uma profundidade que poderíamos definir, para usar uma terminologia atual, “hipertextual”, isto é, a assim-chamada mensagem não se esgota na imediatidade do escrito, mas abre continuamente vertentes de reflexão ulterior, as quais, de resto, atravessam a obra inteira como um fluxo de consciência que busca superar…

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In dialogo con Mirko Integlia su «Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran»

ORIZZONTI CULTURALI ITALO-ROMENI, n. 12, dicembre 2019, anno IX È stato pubblicato da poco un nuovo libro su Cioran, uno importantissimo, a giudicare dal tema e dall’approccio: Tormented by God: The Mystical Nihilism of Emil Cioran (Libreria Editrice Vaticana, 2019), scritto dal filosofo e teologo Mirko Integlia. Un’approfondita analisi storico-ermeneutica di questo che l’esegeta concepisce come…

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Cioran, o místico de uma era pós-Deus: entrevista com Mirko Integlia (1ª parte)

In memoriam: María Liliana Herrera Alzate (1960-2019) “Às vezes tenho a impressão de que a obra de Cioran é interpretada como uma espécie de bazar, onde cada um se serve daquilo que quer, inclusive dos aspectos místicos-religiosos.” (Mirko Integlia) * [Pdf] Acaba de ser publicado, em inglês, um novo livro de exegese crítica sobre Cioran,…

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“Cioran, ingênuo e sentimental”: um perfil literário e psicológico, por Ion Vartic (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Eu havia escrito esta resenha em 2011, e não sei porque não a publiquei à época. Acabo de descobri-la, perdida, num HD de backup. RESENHA: VARTIC, Ion. Cioran, ingenuo y sentimental. Trad. do romeno de Francisco Javier Marina (título original: “Cioran, naiv şi sentimental”). Zaragoza: Mira Editores, 2009. O ensaio de crítica literária e psicológica…

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“Cioran, un penseur organique” (Andrei Minzetanu)

Revue Littérature, 2015/3 (n° 179), pages 38 à 50 « 12 mars 1959. Il est incroyable à quel point tout, mais absolument tout, et d’abord les idées, émane chez moi de ma physiologie. Mon corps est ma pensée, ou plutôt ma pensée est mon corps ». Cioran (CC, 32) L’épigraphe de mon article illustre bien, par sa…

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“Un Cioran méconnu” (Mara Magda Maftei)

Romanica Olomucensia 29/1 (2017): 87-105, doi: 10.5507/ro.2017.007 Abstract: It is said that youth marks us for ever, that the past is never forgotten. What about when it comes to a controversial writer with a double culture, French-Romanian, and born in a turbulent historical context? This paper emphasizes some original matters concerning the writer Emil Cioran.…

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Emil Cioran comme prophète de la vraie sainteté (à propos de Mircea Vulcanescu) (Isabela Vasiliu-Scraba)

Fonte: IsabelaVS-Cioran-Vulcanescu-fr En tant qu’étudiant, Emil Cioran pensait que la crise des valeurs culturelles signifiait l’abandon du domaine de l’esprit à faveur du domaine de l’âme. A cette époque-là, il était fasciné par l’esprit incorporé dans la pensée kantienne. Il avait choisi Kant pour son mémoire de licence (1) sous la direction du fameux Nae…

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“Thinkers and Liars”: review on Marta Petreu’s “An Infamous Past…” (Joseph Frank)

New Republic 14/11/06, Nov 16, 2006 In the aftermath of World War II, there was a great influx of refugees into the United States. Most came from countries where populations had been uprooted by the course of battle, or were escaping from a past that they were lucky to have survived. Some, however, were trying…

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“Cioran y el fascismo” (José Ignacio Nájera)

Articulo inédito de José Ignacio Nájera, autor del libro El universo malogrado – carta a Cioran (Ediciones Tres Fronteras, Murcia, 2008). I – Escenarios y personajes Cuando Cioran constató que se había secado literariamente tomó la determinación de que se tradujeran al francés sus obras rumanas, y así sucedió a partir de 1986. Su amigo Constantin…

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“Un caníbal en París” (Rafael Narbona)

El Cultural, España, 08/04/2011 Emile M. Cioran (Rasinari, Tansilvania, 1911-París, 1995) cultivó el desarraigo, el nihilismo, la desesperación y una autocomplaciente megalomanía: “Durante toda mi vida he alimentado la extraordinaria pretensión de ser el hombre más lúcido que he conocido”. Es imposible leer estas líneas y no recordar a Nietzsche, planteándose en Ecce Homo: “Por qué…

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“A literatura romena entre a tradição e o cosmopolitismo” (Fernando Couto e Santos)

[PDF] Várias interrogações se colocam a um novo país após o seu surgimento. A menor das quais não será seguramente a maneira como se poderá afirmar culturalmente perante os demais. As suas tradições constituem efectivamente uma das formas mais genuínas de um país se singularizar, mas como pode um país afirmar a sua especificidade num…

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“O monge que achou a liberdade na prisão” (Antonio Gonçalves Filho & Felipe Cherubin)

O Estado de S.Paulo – 16 de janeiro de 2010   Sai no Brasil O Diário da Felicidade, livro do pensador romeno Nicolae Steinhardt O Diário da Felicidade, primeiro livro do monge ortodoxo romeno Nicolae Steinhardt publicado no Brasil, chega às livrarias para apresentar ao leitor um autor praticamente desconhecido. Steinhardt, no entanto, foi um dos…

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“Paixão negativa, identidade negativa” (Ilinca Zarifopol-Johnston)

Schimbarea la față a României foi publicado na primavera de 1936, quase ao mesmo tempo que Yoga, de Mircea Eliade. Numa carta a Cioran, que levava então uma vida infeliz como professor de um colégio em Braşov – tendo, para sua ainda maior infelicidade, servido ao exército do outono de 1935 à primaveira de 1936…

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“Atelier de théorie littéraire : Emil Cioran, ou l’alibi de l’Histoire” (Alexandru Matei)

  Fabula.org Transfiguration de la Roumanie, un texte de jeunesse d’Emil Cioran, a été traduit et publié en France pour la première fois en 2009. Alexandru Matei, chercheur et enseignant à Bucarest, réfléchit ici aux effets de cette parution, revient sur les rapports de Cioran à l’Histoire et sur la destinée de la Roumanie. “Le…

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