«Visse tutta una lunga vita a fare professione di pessimismo»: Michelstaedter vs Schopenhauer (Roberta Visone)

PREFAZIONE Tra le fonti del pensatore goriziano Carlo Michelstaedter, morto suicida a ventitré anni nel 1910 dopo aver ultimato la stesura della sua tesi di laurea sui «concetti di persuasione e di rettorica in Platone e Aristotele», un ruolo di rilievo va riconosciuto ad Arthur Schopenhauer. Non solo La persuasione e la rettorica, data alle…

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“Contradições lúcidas de um não-liberto” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Cioran sabe: Contar com o que quer que seja, aqui ou alhures, é dar prova de que ainda se arrastam correntes. O réprobo aspira ao paraíso, e esta aspiração o rebaixa, o compromete. Ser livre é desvencilhar-se para sempre da ideia de recompensa, é não esperar nada dos homens ou dos deuses, é renunciar não…

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“Cioran nos ayuda a vivir” (Javier López Iglesias)

Hoy Es Arte, 26/04/2011 Él, que tanto trajinó con el abandono, fue definitivamente abandonado. La vida le dijo adiós, a él, que había dejado escrito “todo en la vida es despedida”, el 20 de junio de 1995. Ahora hubiera celebrado, -él, tan reacio a celebración alguna-, cien años. Se ha cumplido su centenario y por…

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“Cachorros de palha: 10 anos” – Uma entrevista com John Gray

Por Cássio Leite Vieira, Ciência Hoje, vol. 50, no. 298, novembro de 2012 [PDF] Cachorros de palha, livro que comemora 10 anos de lançamento, foi – e continuará sendo – polêmico. Seu autor, o filósofo político britânico John Gray, ex-catedrático de pensamento europeu na London School of Economics, foi – e continuará sendo – tachado…

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“Um inferno dramático” (Miguel de Unamuno)

O irreligioso, o demoníaco, o que incapacita para a ação ou nos deixa sem defesa ideal contra nossas más tendências, é o pessimismo que Goethe põe na boca de Mefistófeles quando o faz dizer: “Tudo quanto nasceu merece soçobrar” (denn alles was entsteht ist wert dass es zugrunde geht). Este é o pessimismo que nós,…

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“Cioran, entusiasmo como estilo de vida” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

É difícil imaginarmos um mundo em que todos amassem tudo. Um mundo de entusiastas oferece uma imagem mais sedutora do que a imagem do paraíso, pois a tensão sublime e a generosidade radical ultrapassam qualquer visão paradisíaca. A capacidade de renascimento contínuo, de transfiguração e intensificação da vida faz do entusiasta uma pessoa permanentemente além…

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“Morre Clément Rosset, filósofo da alegria trágica e amigo de Cioran” (Nicolas Truong)

LE MONDE, 29/03/2018 Rosset articulava sua filosofia em torno de duas ideias: a do trágico e a do duplo. Ele morreu em 28 de março, aos 78 anos. O filósofo Clément Rosset faleceu em Paris, em 28 de março. Nascido em 12 de outubro de 1939, em Carteret (Manche), autor de uma obra importante e…

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“Notes on nothing: an inquiry into nihilism in Cioran’s thought and works” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Anale. Seria Drept, volumul XXVI (2017) la editura Mirton Timisoara, ISSN 1582-9359 Abstract: Cioran is often labeled as a “nihilist”, which is to a great extent the result of his equivocal ties with Friedrich Nietzsche, one of his main youth influences. However, nihilism does not constitute a key notion in Cioran’s writings, and neither does the…

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“Indivíduo e cultura” (Emil Cioran)

“Quase ninguém mais fala de sua própria experiência, de suas penas e de suas angústias pessoais, todo mundo fala das complicações de uma cultura que não lhes fornece um sentido preciso nem uma fórmula de equilíbrio.” Cioran, “Indivíduo e cultura” (1932) Este texto, escrito por um jovem Cioran aos 21 anos de idade, e publicado…

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“Albert Caraco, o filósofo do caos” (Ricardo Ernesto Rose)

Publicado em Debates Culturais – Liberdade de Ideias e Opiniões, 07/03/2017 Eu nasci para mim mesmo entre 1946 e 1948, foi então que abri meus olhos para o mundo, até este momento era cego.” (Albert Caraco, pensador e escritor) As primeiras três décadas do século XX foram um período de grandes movimentos sociais, econômicos e…

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“O pessimismo de Cioran e Céline: o desafio de pensar sem utopia” (Fernando Santarosa de Oliveira)

Dissertação de mestrado — Pós-graduação em Letras da Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ), agosto de 2016. Orientação: Anderson Bastos Martins. RESUMO: O filósofo romeno Emil Cioran (1911 – 1995) dedicou grande parte de sua obra à crítica dos ideais utópicos que guiaram o pensamento de seu tempo. Seu pessimismo foi a pedra…

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“Um grito de desespero: diálogo para uma filosofia da morte em Ivan Junqueira e Emil Cioran” (Rodrigo Michell dos Santos Araújo)

Estação Literária, Londrina, Volume 9, p. 81-94, jun. 2012ISSN 1983-1048 Resumo: Este artigo pretende estabelecer uma aproximação entre o pessimismo filosófico de Emil Cioran e a obra A sagração dos ossos (1994), de Ivan Junqueira. Busca-se investigar na obra do poeta um espaço propício para uma filosofia da morte e do morrer a partir da experiência…

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“Cioran profetiza os fracassos das utopias” (Marcelo Coelho)

Folha de S. Paulo, caderno “Ilustrada”, 31 de agosto de 1994 Os pessimistas costumam ser bons profetas. Pessimista profissional, pessimista voluptuoso e maníaco, o escritor francês de origem romena E.M. Cioran é conhecido do público brasileiro pelos seus “Silogismos da Amargura” e pelo “Breviário de Decomposição”, ambos publicados pela editora Rocco. Acaba de sair, na…

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“Irracionalismo e pessimismo em Schopenhauer e Cioran” (Ruy de Carvalho)

KALAGATOS – Revista de Filosofia, vol. XI, n. 22, Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, 2014. Resumo: O artigo pretende demonstrar que a leitura das filosofias de de Schopenhauer e Cioran como expressões do pessimismo esquece ou atenua os interesses e compromissos mais profundos de ambos os pensadores: sua posição quanto à natureza e ao alcance da razão…

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“Notas sobre o nada: a propósito de niilismo em Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Sem Deus, tudo é nada; e Deus? Nada supremo. Silogismos da amargura Que lástima que o “nada” tenha sido desvalorizado pelo abuso de que foi objeto por parte de filósofos indignos dele! Écartèlement Paradoxos e controvérsias “Mesmo o bem é um mal”,[1] observou Cioran numa entrevista. O comentário, emblemático do seu pensamento metafísico, dá a conhecer…

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Cioran: conversación con Fernando Savater

“Creo que la filosofía no es posible más que como fragmento. En forma de explosión. Ya no es posible ponerse a elaborar capitulo tras capitulo, en forma de tratado. En este sentido, Nietzsche fue sumamente liberador. Fue el quien saboteó el estilo de la filosofía académica, quien atentó contra la idea de sistema. Ha sido liberador…

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“Filosofía para pesimistas y perdedores: Cioran – Manual de Antiayuda” (Nelly Romanos)

“Descubrir a Cioran fue como descubrir a mi alma gemela” (Alberto Domínguez) RTVE, ‘El Ojo Crítico’, 25.04.2014 Cioran. Manual de antiayuda de Alberto Domínguez es -en palabras de su autor- un ensayo más literario que filosófico. Aunque reconoce que “el título es una provocación”, en una entrevista en el programa El ojo crítico. Un pensamiento a la contra de los libros de autoayuda, que se…

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“Tragédia sem redenção: o pessimismo absoluto de Julius Bahnsen” (Flamarion Caldeira Ramos)

Revista Voluntas – Estudos sobre Schopenhauer, vo. 6, no. 2, 2o semestre de 2015. Resumo: Trata-se neste texto de apresentar a filosofia de Julius Bahnsen (1830-1881), cuja teoria é uma tentativa de conciliar a filosofia da vontade de Schopenhauer com a dialética de Hegel, o que resultou na elaboração de uma dialética real (Realdialektik), uma espécie…

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“Cioran, l’allegro cantore dell’apocalisse” [Ita]

Due libretti del grande filosofo romeno permettono di ripercorrere il suo pensiero. Nichilista ma con brio Marcello Veneziani – IlGiornale.it, 24/03/2014 Quando stai giù e vedi tutto nero, leggi Cioran. Non so se definirla cura omeopatica o terapia d’urto. Ma leggendo E.M. Cioran vedi quali splendidi fiori può generare l’umor nero, innaffiati dalle lacrime più amare.…

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“O pessimismo e a questão social em Philipp Mainländer” (Flamarion Caldeira Ramos)

CADERNOS DE FILOSOFIA ALEMÃ, nº 10, Jul-Dez 2007, p. 35 – 50. RESUMO: Trata-se apenas, neste artigo, de apresentar em suas linhas gerais o pensamento de Philipp Mainländer (1841-1876), filósofo hoje completamente esquecido, mas que já teve leitores como Nietzsche, Borges e Cioran, e que a história da filosofia reconhece apenas como defensor e praticante do…

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“Le mal et le pire : de Schopenhauer à Cioran” (Joan M. Marín Torres)

ALKEMIE, no. 4 (déc. 2009) p. 9-17. Abstract: This study aims to question the wrongness, more precisely what we emotionally experience and intellectually categorize as wrong, beginning with the works of Cioran and Schopenhauer. It is true that these two authors … Subject: Philosophy, Existence, Wrongness, Liberty, Good and evil, Schopenhauer, Criticism and interpretation, Cioran, E. M. (Emile…

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Entrevista: Alfredo Abad fala da recepção de Cioran na Colômbia e outros temas

Tradução do espanhol: Rodrigo I. R. S. Menezes Alfredo Abad (Colômbia) é professor de Filosofia na Universidad Tecnológica de Pereira; diretor do grupo de estudos “Filosofia e ceticismo”; autor dos livros Filosofía y literatura, encrucijadas actuales (2007), Pensar lo implícito en torno a Gómez Dávila (2008), e Cioran en perspectivas (2009), em coautoria com Liliana…

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“Entrevista a Alfredo Abad sobre la recepción de Cioran en Colombia y otros temas” (Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes)

Alfredo Abad (Colombia) es Profesor de Filosofía de la Universidad Tecnológica de Pereira; Director del grupo de investigación Filosofía y escepticismo; ha publicado los libros Filosofía y literatura, encrucijadas actuales (2007), Pensar lo implícito en torno a Gómez Dávila (2008), Cioran en perspectivas con Liliana Herrera (2009). Organiza anualmente al lado de la Prof. María…

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“O princípio de estilo” (Patrice Bollon)

Cinismo? Ceticismo? Estoicismo? Há uma “filosofia de Cioran”? Não de maneira sistemática, mas um princípio de autenticidade e de estilo. Da elegância como ética… Por Patrice Bollon* Artigo publicado na Magazine Littéraire (dossiê “Cioran, aristocrate du doute”) nº 327, dezembro de 1994 “Nada mais irritante que essas obras nas quais se coordena as ideias densas…

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“Cioran : un nihiliste au Panthéon” (Frédéric Schifter)

Marianne, 26 Novembre 2011 L’auteur de « Métaphysique du frimeur », Frédéric Schiffter, revisite pour nous l’oeuvre de Cioran à l’occasion de la parution de ses oeuvres complètes dans La Pléiade. Biarritz, je connais un type, patron de plusieurs bistrots et collectionneur des livres de La Pléiade. Il m’est arrivé d’aller une fois chez lui. Dès…

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“El drama del exilio y la nostalgia del origen” (Catalina Elena Dobre)

Milenio.com, México, 04/09/2011 “El orgullo de un hombre nacido en una pequeña cultura siempre está herido” dice el filósofo rumano Gabriel Liiceanu, y esta frase podría darnos la clave del personaje que ha acompañado su obra. Ni pesimista ni nihilista, ni místico ni escéptico, Emil Cioran es sólo un hombre al margen de la vida —como él…

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“Un caníbal en París” (Rafael Narbona)

El Cultural, España, 08/04/2011 Emile M. Cioran (Rasinari, Tansilvania, 1911-París, 1995) cultivó el desarraigo, el nihilismo, la desesperación y una autocomplaciente megalomanía: “Durante toda mi vida he alimentado la extraordinaria pretensión de ser el hombre más lúcido que he conocido”. Es imposible leer estas líneas y no recordar a Nietzsche, planteándose en Ecce Homo: “Por qué…

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“Beckett y Cioran, cuando la imposibilidad de vivir es un gesto posible – en el centenario del nacimiento de Beckett 1906-1989” (Jorge Jiménez)

Revista de Filosofía Universidade de Costa Rica, XLV (114), 117-120, Enero-Abril 2007. [PDF] Abstract: This paper is about the philosophical and existential interlocution between Beckett and Cioran. I criticize the idea of a “French culture” and I proceed to rethink topics like nihilism o irrationalism. Key Words: Beckett, Cioran, nihilism, aesthetic politic criticismo Resumen: Reflexiono en…

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“Post-Scriptum: o descontentamento de Cioran” (Clément Rosset)

– Nada tens a declarar? – Sim, senhor, tenho a declarar… que estou longe de estar satisfeito! Christophe, A ideia fixa do sábio Cosimus O que chamo de o descontentamento de Cioran, na falta de um vocábulo melhor que poderia ser “in-contentamento”, se tal palavra existisse, é alheio a qualquer ressentimento, a qualquer razão de querer…

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