“Devemos repetir a nós próprios todos os dias: Sou um daqueles que, entre milhares, se arrastam pela superfície do globo. Essa banalidade justifica qualquer conclusão, qualquer comportamento ou acto: deboche, castidade, suicídio, trabalho, crime, preguiça ou rebelião. … E daí se conclui que todos nós temos razão em fazer o que fazemos.” (Do inconveniente de […]

via Breviário de Decomposição 7.0

“Breviário de Decomposição: livro perigoso e essencial” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Por que reunir-se em torno do Précis de décomposition – e celebrá-lo? Alguns diriam que não há nada aí a ser celebrado, muito pelo contrário. Cioran: pró e contra… Qual a importância do Breviário de decomposição, conforme o temos, desde 1989, primorosamente traduzido ao português pelo professor José Thomaz Brum? Qual sua importância hoje, para […]…

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Echoes of Laughter in The Pale Moonlight: Notes on Joker (John Gillen)

MEDIUM, October 16, 2019 “You are only given a little spark of madness. You mustn’t lose it.” — Robin Williams In the late twentieth century, a writer named Emil Cioran was invited to speak in Zurich. He was introduced with much reverence and compared to some of the greatest existentialist philosophers in history like Kierkegaard…

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Perfeccionismo, “Obsessão do Essencial” e a condição fragmentária (Cioran)

Nos Cahiers (p. 73), estas 2 anotações, uma seguida da outra: Chercher l’être avec des mots!- Tel est notre donquichottisme, tel est le délire de notre entreprise essentielle. [Buscar o ser com palavras! — tal é o nosso donquixotismo, tal é o delírio de nossa empresa essencial.] Si jamais mortel a été tourmenté, supplicié par…

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“Cioran, ingênuo e sentimental”: um perfil literário e psicológico, por Ion Vartic (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Eu havia escrito esta resenha em 2011, e não sei porque não a publiquei à época. Acabo de descobri-la, perdida, num HD de backup. RESENHA: VARTIC, Ion. Cioran, ingenuo y sentimental. Trad. do romeno de Francisco Javier Marina (título original: “Cioran, naiv şi sentimental”). Zaragoza: Mira Editores, 2009. O ensaio de crítica literária e psicológica…

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“Signos gnósticos nos cumes do desespero” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

O título, inspirado em manchetes sensacionalistas sobre casos de óbito por suicídio, não deixa de aludir também ao Desespero humano (1849) de Kierkegaard, avidamente estudado pelo jovem Cioran. Seria uma questão ociosa debater se Cioran é um kierkegaardiano que leu Nietzsche ou um nietzschiano que leu Kierkegaard. Muito embora tenha frequentado a escola de ambos,…

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“O prazer e o desprazer do texto” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Eu dificilmente poderia discorrer, por desconhecê-lo quase absolutamente, sobre esse plaisir du texte de que fala Roland Barthes. Escrever é, para mim, algo complicado, para não dizer um suplício, um “trabalho de Sísifo”. Quantos rascunhos, quantas versões, quantas e quantas páginas preenchidas apenas para serem descartadas, até chegar no que me parece o ideal, o…

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Sobre desastres, escritura fragmentária e outras volúpias: as “Notas Soltas para Cioran”, de Ricardo Gil Soeiro (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

RESENHA DO LIVRO: Volúpia do Desastre: Notas Soltas para Cioran de Ricardo Gil Soeiro Existe um ponto de vista desde o qual o discurso pedagógico é impossível. O que se consegue ver deste ponto cego do espírito – que aqui chamaremos lucidez –, mais que dizer, apaga o dito; nega inclusive quando afirma – a…

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“Poétique de l’échec chez Cioran” (Saber Idoudi)

Post-Scriptum – Revue de recherche interdisciplinaire en texte et médias Résumé: Le thème de l’échec est omniprésent chez Cioran. Cette omniprésence a une double singularité : philosophique et littéraire. Si le ratage est, pour Kafka, une question essentiellement personnelle, il prend dans l’œuvre cioranienne une dimension universelle. De l’Être jusqu’aux détails les plus banals de la vie…

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