“E. M. Cioran, Nihilist and Ecstatic” (Robert Wicks)

Life and works In a brief autobiographical sketch, Emile Mihai Cioran described himself as follows: I was born on the 8th April 1911 in Rasinari, a village in the Carpathians, where my father was a Greek Orthodox priest. From 1920 to 1928 I attended the Sibiu grammar school. From 1929 to 1931 I studied at…

Leia mais

Ele abarca tudo, e tem êxito em tudo; não há nada de que não seja contemporâneo. Tanto vigor nos artifícios do intelecto, tanto desembaraço em abordar todos os setores do espírito e da moda – desde a metafísica até o cinema – deslumbra, deve deslumbrar. Nenhum problema lhe resiste, não há fenômeno que lhe seja […]

via Breviário de Decomposição 7.0

Cioran, o místico de uma era pós-Deus: entrevista com Mirko Integlia (1ª parte)

In memoriam: María Liliana Herrera Alzate (1960-2019) “Às vezes tenho a impressão de que a obra de Cioran é interpretada como uma espécie de bazar, onde cada um se serve daquilo que quer, inclusive dos aspectos místicos-religiosos.” (Mirko Integlia) * [Pdf] Acaba de ser publicado, em inglês, um novo livro de exegese crítica sobre Cioran,…

Leia mais

“O Nascimento como Problema Bioético” (Julio Cabrera)

Programa de Pós-graduação em Bioética da Universidade de Brasília (UnB), maio de 2018 Conferência: “O Nascimento como Problema Bioético: Primeiros passos para uma Bioética Radical” [Birth as a Bioethical Problem: First Steps Towards a Radical Bioethics] Julio Cabrera é um filósofo argentino que atualmente vive no Brasil, professor aposentado do Departamento de Filosofia da Universidade de Brasília e ex-chefe deste departamento. Já…

Leia mais

Exercises négatifs. En marge du Précis de décomposition (1949)

La présente édition a été conçue pour retracer « l’atelier » de fabrique du Précis de décomposition, premier livre d’E. M. Cioran écrit en français, source de nombreux inédits. Elle fut établie à partir des 447 feuillets conservés à la Bibliothèque littéraire Jacques Doucet dans le fonds Cioran. Le lecteur trouvera après chaque entrée par titre, en note,…

Leia mais

“Cioran, le passé récomposé” (Gilles Martin-Chauffier)

Paris Match, 31/07/2019 En choisissant d’écrire en français et en s’installant en plein Quartier latin, le philosophe né en Roumanie s’est absout de ses prises de positions pro-fascistes d’avant guerre. Avec la bénédiction d’une intelligentsia parisienne pourtant volontiers sourcilleuse.  C’était un provocateur. Il trouvait que les Européens blancs méritaient de plus en plus le nom…

Leia mais

Entretien avec Clément Rosset : autour de L’école du réel (Nicolas Rousseau)

ACTU-PHILOSOPHIA, 9 mai 2009 “La pensée actuelle, c’est un retour à des valeurs qui étaient déjà assez répandues avant 68. J’ai eu l’impression que l’effondrement des idéologies chrétienne et surtout marxiste avait créé une dépression qui était favorable à l’éclosion de pensées individuelles. Je ne vois pas très bien s’il y a une pensée qui…

Leia mais

“Cioran não ficou imune aos equívocos políticos, o pecado original dos filósofos” (José Thomaz Brum)

O Globo, 20 de janeiro de 1996 A filosofia de Cioran não constitui uma arquitetura abstrata de conceitos ideais. Meditação fundamentalmente impura, deriva de um estado de espírito, de uma obsessão mais do que se uma ideia a priori. Filósofo que parte dos afetos, das “misérias do eu”, Cioran conheceu, em sua reflexão errática, momentos…

Leia mais

“Niilismo, existencialismo, gnose” (Franco Volpi)

A obra de Heidegger oferece, com certeza, fundamental contribuição para a análise do niilismo europeu. No entanto, em última instância, ela apresenta um paradoxo singular, que é também o paradoxo de uma parte importante do pensamento contemporâneo. Nela, com efeito, parecem tocar-se e conviver dois extremos incompatíveis: de um lado, um niilismo radical; de outro,…

Leia mais

“Platão era de esquerda ou de direita?” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Um dia, num café, estava eu lendo Schopenhauer (na verdade, o livro de Clément Rosset, Schopenhauer, philosophe de l’absurde), quando passa por mim uma moça, por volta dos seus vinte anos, fitando a capa do livro com ar de interesse, e mesmo de familiaridade. Na fila do caixa, na minha frente, ela comenta que viu…

Leia mais

“Nietzsche e as Artes do Intelecto, de José Thomaz Brum” (Paulo Jonas de Lima Piva)

Argumentos, ano 5, n. 9 – Fortaleza, jan./jun. 2013 Uma resenha sobre um livro pioneiro há tempos esgotado, feita para que ele seja mais do que lembrado, mas reeditado, cabe numa seção de resenhas de uma revista acadêmica de nível respeitável, a princípio destinada apenas para lançamentos? Inovemos se essa quebra de protocolo pode render…

Leia mais

“Cioran e o grande estilo” (Stéphane Barsacq)

CIORAN, que não se entrega a mais nada, entregou-se ao francês. “Pensar em francês é apartar-se do caos, de tudo o que ele aporta de riquezas e de surpresas”, escreve ele, lembrando que se refere mais do que tudo à clareza francesa. Ele faz sentir a embriaguez, em que se compraz com o mundo. Apanharam-no.…

Leia mais

Duas cervejas, um sanduíche e mil tiradas filósoficas: Clément Rosset por Roland Jaccard

Se a esperança é o pior dos males, se é derrisório pretender mudar a vida, o que resta então? Resposta de Clément Rosset: “Resta, contudo, uma última hipótese: a de uma satisfação total no seio do infinito mesmo, semelhante ao júbilo amoroso descrito por La Fontaine numa célebre fábula (“Seja tudo você mesmo, conte o…

Leia mais

“The Philosophy of Insomnia” (Willis G. Regier)

The Chronicle of Higher Education, April 10, 2011. Hegel wrote in his Elements of the Philosophy of Right that the owl of Minerva flies only at night. It hoots at insomniacs. I know. I’m one. Bruises, red eyes, and research remind me that insomnia breaks down body and soul. Noisy neighbors, crying kids, overwork, bad food, sickness, pain,…

Leia mais

La «noia moldava» prima di Sartre: il romanzo dell’Io di Max Blecher (Giovanni Rotiroti)

Orizzonti Culturali Italo-Romeni, n. 5, maggio 2012, anno II È necessario essere grati a Bruno Mazzoni, il quale insieme a Cărtărescu e a Herta Müller, quest’anno ha offerto al pubblico italiano un capolavoro assoluto del periodo tra le due guerre in Romania: Accadimenti nell’irrealtà immediata di Max Blecher, Keller editore. Attraverso la sua traduzione e…

Leia mais

Dostoiévski: “A consagração do profeta” (Manuel da Costa Pinto)

Com Dostoiévski: O Manto do Profeta (1871-1881), Edusp conclui a publicação da monumental biografia do romancista russo escrita pelo crítico norte-americano Joseph Frank Resenha publicada no Website da Edusp Numa biografia de E. M. Cioran, o ensaísta Patrice Bollon, após assinalar que Dostoiévski era a fonte primordial do filósofo romeno, nota que na França o autor…

Leia mais

“A alegria inaudita de Cioran” (José Thomaz Brum)

Folha de S. Paulo, Caderno Mais!, domingo, 2 de julho de 1995 Rue Garancière, rue Saint-Sulpice, rue de l’Odéon -quantas vezes não rememorei este trajeto que tanto significou para mim? Era 1990, fevereiro, estávamos- eu e Katia (Muricy) em Paris, rue de Vaugirard. A chegada fora tumultuada e trouxera um problema inesperado: Katia perdera a…

Leia mais

“Cioran : un nihiliste au Panthéon” (Frédéric Schifter)

Marianne, 26 Novembre 2011 L’auteur de « Métaphysique du frimeur », Frédéric Schiffter, revisite pour nous l’oeuvre de Cioran à l’occasion de la parution de ses oeuvres complètes dans La Pléiade. Biarritz, je connais un type, patron de plusieurs bistrots et collectionneur des livres de La Pléiade. Il m’est arrivé d’aller une fois chez lui. Dès…

Leia mais

“E.M. Cioran. La rivincita dell’ anti-Sartre” (Mario Andrea Rigoni)

Corriere della Sera, 28 febbraio 2011 (Pagina 35) Riscoperta trasversale dello scrittore a cento anni dalla nascita D a quando, verso la metà degli anni Settanta, ho incominciato a frequentare Cioran, dedicandomi anche alla diffusione della sua conoscenza in Italia, mi sono spesso chiesto in che cosa consistesse la sua singolarità e quale fosse il rapporto…

Leia mais

“Consciousness… the dagger in the flesh. An essay on Cioran” (Awet Moges)

HYPERBOREANS, December 14, 2010 After 7 years, I was burned out by philosophy, yet I continued to haunt the philosophy section in search for anything radical and profound. Amidst the expected titles commonly found at any bookstore, sat A Short History of Decay. I pulled it off the shelf in the faint hopes of killing…

Leia mais

“Há dez anos morria Emil Cioran, o filósofo do nada” (Paulo Jonas de Lima Piva)

Texto publicado na revista Discutindo Filosofia no. 2, ano 2005, páginas 24-27. Conhecido como filósofo do nada, o romeno Emil Cioran produziu uma obra carregada de fina ironia e tiradas polêmicas Muitas são as tentativas de definir o pensamento estilhaçado, iconoclástico e desconcertante do pensador romeno Emil Mihai Cioran. Rei dos pessimistas, o niilista por…

Leia mais