“O criador paroxismo da ilusão – amor”  (Juan Pablo Enos Santana Santos)

“O criador paroxismo da ilusão – amor” (Juan Pablo Enos Santana Santos)

RESUMO: O filósofo e ensaísta Emil Cioran é constantemente lembrado pelo seu ceticismo, lucidez, desespero e pessimismo. No entanto, mostro … Continuar lendo “O criador paroxismo da ilusão – amor” (Juan Pablo Enos Santana Santos)

“Cioran, irracionalismo e racionalismos: sobre desleituras e mal-entendidos” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran, irracionalismo e racionalismos: sobre desleituras e mal-entendidos” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Devemos repetir a nós próprios todos os dias: Sou um daqueles que, entre milhares, se arrastam pela superfície do globo. … Continuar lendo “Cioran, irracionalismo e racionalismos: sobre desleituras e mal-entendidos” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“30 anos da primeira edição brasileira do Breviário de Decomposição” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“30 anos da primeira edição brasileira do Breviário de Decomposição” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Encaminhar-se para o fim da história com uma flor na lapela: único traje apropriado no desenvolvimento do tempo. Que lástima … Continuar lendo “30 anos da primeira edição brasileira do Breviário de Decomposição” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

O Não, Última Palavra? Elementos para a Possibilidade de Vencer o Pessimismo (Cioran)

O Não, Última Palavra? Elementos para a Possibilidade de Vencer o Pessimismo (Cioran)

REGRAS PARA VENCER O PESSIMISMO, MAS NÃO O SOFRIMENTO: acompanhar o mais delicado estremecimento da alma com uma tensão premeditada; … Continuar lendo O Não, Última Palavra? Elementos para a Possibilidade de Vencer o Pessimismo (Cioran)

O Mau Demiurgo: Cúmulo do “Veneno Abstrato”, ou Porque Coringa Não É Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

O Mau Demiurgo: Cúmulo do “Veneno Abstrato”, ou Porque Coringa Não É Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O bem-sucedido em tudo é necessariamente superficial. O fracasso é uma versão moderna do nada. Ao longo da minha vida, … Continuar lendo O Mau Demiurgo: Cúmulo do “Veneno Abstrato”, ou Porque Coringa Não É Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Antinatalismo e Mistério (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Antinatalismo e Mistério (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O que nos distingue de nossos antepassados é nossa petulância em face do Mistério. Nós até o desbatizamos: assim nasceu … Continuar lendo Antinatalismo e Mistério (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Quando esgotamos os pretextos que incitam à alegria ou à tristeza, conseguimos vivê-las, ambas, em estado puro: nos igualamos assim … Continuar lendo “A Música é essencialmente triste ou alegre? Uma questão ociosa” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Schopenhauer, pessimismo filosófico e a recepção brasileira de Cioran: Ciprian Vălcan em diálogo com Flamarion Caldeira Ramos

Schopenhauer, pessimismo filosófico e a recepção brasileira de Cioran: Ciprian Vălcan em diálogo com Flamarion Caldeira Ramos

Entrevista originalmente publicada em ARCA – Revistã lunarã de literaturã, eseu, arte vizuale, muzicã (fondatã în februarie 1990 la Arad), anul XXV, nr. 4-5-6, 2014, e incluída no … Continuar lendo Schopenhauer, pessimismo filosófico e a recepção brasileira de Cioran: Ciprian Vălcan em diálogo com Flamarion Caldeira Ramos

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 4] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 4] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

A ideia do suicídio e a escritura filosófica como auto-análise Perguntam-me: “Você está trabalhando? – Sim, num artigo sobre o … Continuar lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 4] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 2] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 2] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Na primeira parte do livro, “Uma juventude entre desespero e fervor político”, Fiore perfaz o itinerário de formação do jovem … Continuar lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 2] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O pessimismo dos mamíferos inteligentes” (Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes)

“O pessimismo dos mamíferos inteligentes” (Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes)

Observou-se justamente que, na Índia, um Schopenhauer ou um Rousseau jamais seriam levados a sério, pois viveram em desacordo com … Continuar lendo “O pessimismo dos mamíferos inteligentes” (Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes)

“Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Só se suicidam os otimistas, os otimistas que não conseguem mais sê-lo. Os outros, não tendo nenhuma razão para viver, … Continuar lendo “Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

O Irremediável, a Filosofia como “ingênua crença na hierarquia das perplexidades” e a Música como modelo do definitivo (Cioran)

O Irremediável, a Filosofia como “ingênua crença na hierarquia das perplexidades” e a Música como modelo do definitivo (Cioran)

O Irremediável Para me “documentar” sobre a morte, não ganho mais em consultar um tratado de biologia do que o … Continuar lendo O Irremediável, a Filosofia como “ingênua crença na hierarquia das perplexidades” e a Música como modelo do definitivo (Cioran)