“O mundo tem de recomeçar” (Emil Cioran)

ALGUÉM terá de sair um dia sob o sol e gritar para seu esplendor e para as trevas dos homens: “O mundo tem de recomeçar, o mundo tem de recomeçar!” Será necessário encontrar um emissário de um mundo novo que assuma todos os riscos da grande nova, que se esgote gritando em todas as direções…

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“Pequena Filocalia”: Novo livro revela «amor da beleza» à «mística da oração interior»

Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura Lançada há dias pela Paulinas Editora, a “Pequena Filocalia” contém um conjunto de textos cristãos, produzidos ao longo de mil anos, a partir da edição original da “Filocalia” grega, que apela aos cristãos para se aperfeiçoarem e procurarem a paz interior. «São especialmente textos do vasto tesouro literário e…

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“O criador paroxismo da ilusão – amor” (Juan Pablo Enos Santana Santos)

RESUMO: O filósofo e ensaísta Emil Cioran é constantemente lembrado pelo seu ceticismo, lucidez, desespero e pessimismo. No entanto, mostro nesta comunicação as diversas formas em que o amor, de carácter individual e criador, aparece em seus dois primeiros escritos de juventude. Neste momento, Cioran vê o amor como fonte vital de transfiguração. Em sua […]…

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Sofrimento e transfiguração (Emil Cioran)

SÓ O SOFRIMENTO muda o homem. Todas as outras experiências e fenômenos não conseguem modificar essencialmente o temperamento de ninguém nem aprofundar certas disposições suas a ponto de transformá-las completamente. De quantas mulheres equilibradas não fez o sofrimento umas santas? Absolutamente todas as santas sofreram muito mais do que se pode imaginar. Sua transfiguração não…

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“Filosofia, cristianismo e outras formas de queda” (Emil Cioran)

COMO A VIDA SE CONVERTE NO VALOR SUPREMO: a veneração pelas mulheres; a reabilitação do Eros como divindade; saúde natural, transfigurada pela delicadeza; o fervor da dança em todos os atos da vida; graça em vez de pesar; sorriso em vez de pensamento; entusiasmo em vez de paixão; a distância como finitude; a vida como único…

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A ética do sacríficio (Emil Cioran)

Rebentar com todo o ardor apaixonado de nossa alma, vencer toda a resistência e destruir todos os obstáculos que existem no caminho de nossa grande loucura. Estar orgulhosos de nossa absurda e infinita coragem e partir em meio a essa embriaguez de orgulho e de êxtase para os últimos cumes do ser, impulsionados pela sede…

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“Os terrores e delícias de uma alma demasiado musical: O Livro das Ilusões, de Emil Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

O Livro das Ilusões deixa transparecer uma experiência densa e dolorosa, temperada por elãs líricos e transes místicos. Um caminhar fragmentário e extático revela um jovem leitor de Nietzsche fascinado ora por Barrès, ora por Gide. José Thomaz BRUM Se leio tanto, é na esperança de um dia encontrar uma solidão maior do que a…

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“Thinkers and Liars”: review on Marta Petreu’s “An Infamous Past…” (Joseph Frank)

New Republic 14/11/06, Nov 16, 2006 In the aftermath of World War II, there was a great influx of refugees into the United States. Most came from countries where populations had been uprooted by the course of battle, or were escaping from a past that they were lucky to have survived. Some, however, were trying…

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Entrevista sobre Cioran com José Ignacio Nájera, por Rodrigo Inácio R. Sá Menezes

“Cioran construiu uma arte literária muito estimável. […] um estilo com o qual celebrar o funeral de nossa civilização.” Entrevista com José Ignacio Nájera, autor de El Universo Malogrado – carta a Cioran (Tres Fronteras Ediciones, Murcia, 2008) José Ignacio Nájera (Xauen, Marrocos) vive desde 1979 em Murcia, na Espanha, onde é professor de filosofia no Instituto Alfonso X…

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“Cioran y el fascismo” (José Ignacio Nájera)

Articulo inédito de José Ignacio Nájera, autor del libro El universo malogrado – carta a Cioran (Ediciones Tres Fronteras, Murcia, 2008). I – Escenarios y personajes Cuando Cioran constató que se había secado literariamente tomó la determinación de que se tradujeran al francés sus obras rumanas, y así sucedió a partir de 1986. Su amigo Constantin…

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“Cioran : un nihiliste au Panthéon” (Frédéric Schifter)

Marianne, 26 Novembre 2011 L’auteur de « Métaphysique du frimeur », Frédéric Schiffter, revisite pour nous l’oeuvre de Cioran à l’occasion de la parution de ses oeuvres complètes dans La Pléiade. Biarritz, je connais un type, patron de plusieurs bistrots et collectionneur des livres de La Pléiade. Il m’est arrivé d’aller une fois chez lui. Dès…

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“Cioran: juventud y madurez” (Christopher Domínguez Michael)

Letras Libres, Mayo 31, 2011 E.M. Cioran (1911–1995), el misántropo rumano que antes de los cuarenta años escogió la lengua francesa para cancelar la apasionada y ominosa relación que tenía con su patria, se convirtió en un escéptico gracias al remordimiento. En el centenario de su nacimiento, creemos algunos de sus lectores que no hubiera podido…

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“Paixão negativa, identidade negativa” (Ilinca Zarifopol-Johnston)

Schimbarea la față a României foi publicado na primavera de 1936, quase ao mesmo tempo que Yoga, de Mircea Eliade. Numa carta a Cioran, que levava então uma vida infeliz como professor de um colégio em Braşov – tendo, para sua ainda maior infelicidade, servido ao exército do outono de 1935 à primaveira de 1936…

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“Les ecrivains du bac: Cioran” (Jean Montenot)

L’Express, 01 Avril 2011 Né en 1911 en Roumanie, le philosophe a composé une oeuvre pessimiste dont les titres donnent le ton : Précis de décomposition, De l’inconvénient d’être né… Marqué par son enfance et des insomnies terribles, il doit à la discipline de la langue française ses aphorismes hors de mode Un Cioran peut-il…

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