Entretien avec Clément Rosset : autour de L’école du réel (Nicolas Rousseau)

ACTU-PHILOSOPHIA, 9 mai 2009 “La pensée actuelle, c’est un retour à des valeurs qui étaient déjà assez répandues avant 68. J’ai eu l’impression que l’effondrement des idéologies chrétienne et surtout marxiste avait créé une dépression qui était favorable à l’éclosion de pensées individuelles. Je ne vois pas très bien s’il y a une pensée qui…

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“O deus maldito e outros deuses” (Fernando Savater)

Um deus ameaça sempre no horizonte. (BD) Após as contundentes e entusiásticas declarações sobre a morte de Deus que nos propiciaram o século passado e este, as exaustivas descrições de sua agonia, os recenseamentos minuciosos do seu estertor, pouco ainda parece possível dizer sobre um tema tão decrépito. Deus é um recurso literário já em…

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“When Adam ate the apple, God lost His head” (Peter Caws)

The New York Times, March 14, 1971 E. M. Cioran, two among whose half‐dozen books are now, with the publication of “The Fall Into Time,” available in English, is a brilliant and original exponent of a rare genre, the philosophical essay. The taste for such writing, and especially for Cioran’s, can for most of us…

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“A experiência do tédio” (Lars Svendsen)

Arnold Gehlen afirmou que só a realidade ajuda a lutar contra o tédio. Essa não é, em absoluto, uma má sugestão, mas não é possível se apossar assim de um fragmento da realidade. O problema com o tédio, entre outras coisas, é que “perdemos” realidade. A proposta de Gehlen poderia parecer uma solução, supondo-se que…

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“Cioran: a reflection on decadence as a lifestyle” (Angelo Mitchievichi)

DACOROMANIA LITTERARIA, IV, 2017, pp. 12–33 “All’s good if it’s excessive.” Pier Paolo Pasolini, Salò, or the 120 Days of Sodom I, the Decadent The term “decadence” generated ample debate during the nineteenth century among historians, philosophers, scholars and writers. Its derived term, decadentism – coined by the low-profile literary critic Anatole Baju and writ…

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“O reinado do falso Nietzsche” (Clément Rosset)

FOLHA DE S. PAULO, 8 de junho de 2003 Há muito poucos filósofos por século; teríamos dificuldade de encontrar mais de 20 desde Parmênides: no que se refere ao século 20, conheço apenas dois, Bergson e Wittgenstein 1. Nietzsche, sem hesitação. Sem as leituras de Nietzsche, particularmente “O Nascimento da Tragédia”, por volta dos 18 anos,…

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“Un alma enferma. La experiencia religiosa de Wittgenstein a la luz de Las variedades de la experiencia religiosa de William James” (Vicente Sanfélix Vidarte)

Diánoia, vol.52 no.59 México nov. 2007 Departamento de Metafísica y Teoría del Conocimiento, Universidad de Valencia. Vicente.Sanfelix@uv.es Recibido el 25 de enero de 2007 Aceptado el 28 de junio de 2007 Resumen: Este artículo defiende que Wittgenstein puede ser considerado como un alma enferma a la luz de Las variedades de la experiencia religiosa de William James. Asimismo, se muestra…

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Pequeño ensayo sobre Cioran: un fragmento de lucidez (Luis Roca Jusmet)

Rebelión.org, 30/09/2011 1. ¿Es Cioran un filósofo? Voy a empezar con unas referencias dos filósofos contemporáneos, uno muerto y otro vivo, que me permitirán una aproximación al extraordinario pensador rumano. La primera es al filósofo francés Pierre Hadot cuando reivindica la filosofía como forma de vida. Es a partir de la filosofía romana tardía y…

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“Uma vida de exercícios: a antropotécnica de Peter Sloterdijk” (Franz J. Brüseke)

Rev. bras. Ci. Soc. vol.26 no.75 São Paulo, Feb. 2011 [html] No seu mais recente livro, Você tem que mudar sua vida!, Peter Sloterdijk anuncia a virada antropotécnica (Sloterdijk, 2009). Partindo da percepção que o próprio homem geraria o homem, ele se volta imediatamente contra posições semelhantes que apontam o trabalho, a comunicação ou a interação como veículos desta autoprodução…

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O sentido, os sentidos e o sem-sentido da vida

por José Thomaz Brum (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), artigo publicado na Revista Philósophos vol. 9, no. 01, 2004 — Universidade Federal de Goiás (UFG) RESUMO: Na primeira parte deste trabalho, apresento algumas considerações acerca das relações entre sentido único e sentidos diversos da vida, e, na segunda parte, outras considerações acerca das…

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“Duas doses de Cioran” (Marco Lucchesi)

Breviário de decomposição e História e utopia, de E. M. Cioran. Tradução de José Thomaz Brum. Editora Rocco, 224 páginas e 128 páginas. Preço a definir. Caderno Prosa & Verso, O Globo, 16 de abril de 2011 Uma noite fria no Café Kapsa em Bucareste. O escritor Marin Mincu desenha suas ideias para o centenário de…

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“O Drácula do ceticismo” (Sérgio Augusto)

O Estado de S. Paulo, 9 de abril de 2011 Misantropos e descrentes do mundo inteiro!, aproximem-se para celebrarmos juntos, com um dia de atraso, o centenário de Emil Cioran, o último agente provocador da filosofia, o mais desconcertante e divertido dos céticos, o mais fulgurante militante do pessimismo, o mais implacável profeta do niilismo,…

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