“Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Só se suicidam os otimistas, os otimistas que não conseguem mais sê-lo. Os outros, não tendo nenhuma razão para viver, … Continuar lendo “Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Utopia como Religião: Uma Proposta de Avanço da Crítica Austríaca aos Anseios da Escatologia Socialista” (Yago Martins)

“Utopia como Religião: Uma Proposta de Avanço da Crítica Austríaca aos Anseios da Escatologia Socialista” (Yago Martins)

MISES: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia ISSN 2318-0811 Volume V, Numero 1 (Edi¢ao 9) Janeiro-Junho 2017: 147-165 RESUMO: … Continuar lendo “Utopia como Religião: Uma Proposta de Avanço da Crítica Austríaca aos Anseios da Escatologia Socialista” (Yago Martins)

“Sobre a quadrúplice raiz do princípio de razão suficiente – Uma dissertação filosófica” (Arthur Schopenhauer)

“Sobre a quadrúplice raiz do princípio de razão suficiente – Uma dissertação filosófica” (Arthur Schopenhauer)

A Editora Unicamp acaba de lançar a primeira tradução brasileira da tese de doutorado de Schopenhauer: Sobre a quádrupla raiz … Continuar lendo “Sobre a quadrúplice raiz do princípio de razão suficiente – Uma dissertação filosófica” (Arthur Schopenhauer)

O Irremediável, a Filosofia como “ingênua crença na hierarquia das perplexidades” e a Música como modelo do definitivo (Cioran)

O Irremediável, a Filosofia como “ingênua crença na hierarquia das perplexidades” e a Música como modelo do definitivo (Cioran)

O Irremediável Para me “documentar” sobre a morte, não ganho mais em consultar um tratado de biologia do que o … Continuar lendo O Irremediável, a Filosofia como “ingênua crença na hierarquia das perplexidades” e a Música como modelo do definitivo (Cioran)