“Cioran, irracionalismo e racionalismos: sobre desleituras e mal-entendidos” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Cioran, irracionalismo e racionalismos: sobre desleituras e mal-entendidos” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Devemos repetir a nós próprios todos os dias: Sou um daqueles que, entre milhares, se arrastam pela superfície do globo. … Continuar lendo “Cioran, irracionalismo e racionalismos: sobre desleituras e mal-entendidos” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O emigrado metafísico: o gnóstico” (Sylvie Jaudeau)

“O emigrado metafísico: o gnóstico” (Sylvie Jaudeau)

A atitude gnóstica constitui, com efeito, a chave de uma obra representativa das tendências contraditórias deste século: niilismo, angelismo, revolta … Continuar lendo “O emigrado metafísico: o gnóstico” (Sylvie Jaudeau)

Pensar-ser-o-que-se-é-pensa #2 (Emil Cioran)

Pensar-ser-o-que-se-é-pensa #2 (Emil Cioran)

N’a de conviction que celui qui n’a rien approfondi. (De l’inconvenient d’être né) Só possui convicções quem nada aprofundou. (Do … Continuar lendo Pensar-ser-o-que-se-é-pensa #2 (Emil Cioran)

Pensar-ser-o-que-se-é-pensa (Emil Cioran)

Pensar-ser-o-que-se-é-pensa (Emil Cioran)

Nevoia de a dovedi o afirmaÅ£ie, de-a vîna argumente în dreapta şi-n stînga presupune o anemie a spiritului, o nesiguranţă … Continuar lendo Pensar-ser-o-que-se-é-pensa (Emil Cioran)

O Mau Demiurgo: Cúmulo do “Veneno Abstrato”, ou Porque Coringa Não É Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

O Mau Demiurgo: Cúmulo do “Veneno Abstrato”, ou Porque Coringa Não É Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O bem-sucedido em tudo é necessariamente superficial. O fracasso é uma versão moderna do nada. Ao longo da minha vida, … Continuar lendo O Mau Demiurgo: Cúmulo do “Veneno Abstrato”, ou Porque Coringa Não É Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 1] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 1] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

FIORE, Vincenzo. Emil Cioran. La filosofia come de-fascinazione e la scrittura come terapia. Piazza Armerina/Enna: Nulla Die, 2018, 187 pp. … Continuar lendo Ceticismo, fragmento e lucidez: “Emil Cioran. A Filosofia como Desfascinação e a Escritura como Terapia”, de Vincenzo Fiore [pt. 1] (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Clément Rosset: sobre sabedoria erudita e sabedoria popular (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Clément Rosset: sobre sabedoria erudita e sabedoria popular (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um … Continuar lendo Clément Rosset: sobre sabedoria erudita e sabedoria popular (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“A Maioridade de poucos e a Menoridade de muitos: Esclarecimento, Emancipação e Pessimismo Antropológico em Kant” (Rodrigo Menezes)

“A Maioridade de poucos e a Menoridade de muitos: Esclarecimento, Emancipação e Pessimismo Antropológico em Kant” (Rodrigo Menezes)

Introdução O célebre texto de Immanuel Kant (1724-1804) Resposta à questão: o que é o Esclarecimento?, publicado na revista Berlinischen … Continuar lendo “A Maioridade de poucos e a Menoridade de muitos: Esclarecimento, Emancipação e Pessimismo Antropológico em Kant” (Rodrigo Menezes)

“Sobre a quadrúplice raiz do princípio de razão suficiente – Uma dissertação filosófica” (Arthur Schopenhauer)

“Sobre a quadrúplice raiz do princípio de razão suficiente – Uma dissertação filosófica” (Arthur Schopenhauer)

A Editora Unicamp acaba de lançar a primeira tradução brasileira da tese de doutorado de Schopenhauer: Sobre a quádrupla raiz … Continuar lendo “Sobre a quadrúplice raiz do princípio de razão suficiente – Uma dissertação filosófica” (Arthur Schopenhauer)

O Irremediável, a Filosofia como “ingênua crença na hierarquia das perplexidades” e a Música como modelo do definitivo (Cioran)

O Irremediável, a Filosofia como “ingênua crença na hierarquia das perplexidades” e a Música como modelo do definitivo (Cioran)

O Irremediável Para me “documentar” sobre a morte, não ganho mais em consultar um tratado de biologia do que o … Continuar lendo O Irremediável, a Filosofia como “ingênua crença na hierarquia das perplexidades” e a Música como modelo do definitivo (Cioran)

“Descartes, Bayle y el escepticismo académico. A propósito de una objeción de Cicerón” (Fernando Bahr)

“Descartes, Bayle y el escepticismo académico. A propósito de una objeción de Cicerón” (Fernando Bahr)

Ingenium. Revista Electrónica de Pensamiento Moderno y Metodología en Historia de las Ideas, Universidad Complutense de Madrid, España, 2016 Resumen … Continuar lendo “Descartes, Bayle y el escepticismo académico. A propósito de una objeción de Cicerón” (Fernando Bahr)

“Acerca do budismo, Cioran e  filosofia ocidental” (Paulo Borges)

“Acerca do budismo, Cioran e filosofia ocidental” (Paulo Borges)

CV – Em que medida um melhor conhecimento da filosofia oriental contribui para a transformação da reflexão filosófica da tradição … Continuar lendo “Acerca do budismo, Cioran e filosofia ocidental” (Paulo Borges)

“Como a política é uma questão de logos” (Barbara Cassin)

“Como a política é uma questão de logos” (Barbara Cassin)

O paradoxo começa a se explicar quando aceitamos regredir, para aquém de nossas antíteses modernas (democracia/conservadorismo, revolução/reação), à própria constituição … Continuar lendo “Como a política é uma questão de logos” (Barbara Cassin)

“Do conhecimento religioso: sobre um texto de juventude e sua repercussão na obra de Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Do conhecimento religioso: sobre um texto de juventude e sua repercussão na obra de Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Além de um sentimento fundamental da existência, a categoria do religioso designa também um tipo especial de conhecimento, aquele que … Continuar lendo “Do conhecimento religioso: sobre um texto de juventude e sua repercussão na obra de Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Um pessimismo (mui) pouco trágico: Cioran lido por Clément Rosset” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Um pessimismo (mui) pouco trágico: Cioran lido por Clément Rosset” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Trata-se de contrapor e fazer dialogar duas filosofias, dois modo de pensar (o homem, a existência, a vida e a … Continuar lendo “Um pessimismo (mui) pouco trágico: Cioran lido por Clément Rosset” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)