Audiovisual: A santidade em Schopenhauer, Nietzsche e Cioran

Conferência do Prof. Dr. José Thomaz Brum (PUC-Rio)

In: VI Colóquio Internacional Schopenhauer/
V Encontro Nietzsche-Schopenhauer: Metafísica e Significação Moral do Mundo
Local: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fortaleza, 25/11/2013
Organização: APOENA – Grupo de Estudos Schopenhauer-Nietzsche & Seção Brasileira da Schopenhauer-Gesellschaft

Filosofía para pesimistas y perdedores en ‘El ojo crítico’: “Cioran – Manual de antiayuda”, de Alberto Domínguez

“Descubrir a Cioran fue como descubrir a mi alma gemela” (Alberto Domínguez)

cioran-manual-de-antiayudaRTVE, ‘El ojo crítico’, 25.04.2014

Por Nelly Romanos

Cioran. Manual de antiayuda de Alberto Domínguez es -en palabras de su autor- un ensayo más literario que filosófico. Aunque reconoce que “el título es una provocación”, en una entrevista en el programa El ojo crítico. Un pensamiento a la contra de los libros de autoayuda, que se encuentran entre los más vendidos de las librerías.

Y precisamente en el propio título encontramos la piedra angular de este texto, el considerado uno de los más lúcidos filósofos del pesimismo que ha dado el siglo XX, Emile Cioran, autor de libros como Breviario de podredumbre La tentación de existir.

“Descubrir a Cioran fue como descubrir a mi alma gemela”, asegura el autor. “Encontré a alguien que pensaba de manera muy similar al concepto que yo tenía de la vida. Pensé que no estaba solo en este mundo”. Porque de los temas que aborda este autor rumano no se suele hablar con nadie, aunque apunta Domínguez: “creo que todo el mundo piensa en ellos”.

La muerte, el suicidio, la falta de sentido de la vida… “pero lo importante en Cioran es su estilo, su ironía, el humor con el que escribe todo”. Incluso Dominguez recomienda este Cioran. Manual de antiayuda, editado por el sello Al Revés, para las personas que no consiguen estar bien. “Creo que en lugar de deprimir, anima a tirar adelante”.

CIORAN. MANUAL DE ANTIAYUDA

EDITORIAL: Al Revés
AÑO DE PUBLICACIÓN:
2014
IDIOMA: Castellano
ISBN: 978-84-15900-42-9
NÚMERO DE PÁGINAS: 268
DIMENSIONES: 14×21
FORMATO: Rústica con solapas
PRECIO: 17,00 €

EL AUTOR: Alberto Domínguez nació en Mataró (Barcelona) en 1975. Se licenció en Filosofía en la Universidad de Barcelona y ha colaborado en diversas publicaciones. Cioran. Manual de antiayuda es su primer libro.

Teatro: Mansarde à Paris (Papierthêatre)

Mise-en-scène da peça de Matéi Visniec (Desvãos Cioran ou Mansarda em Paris com vista para a morte) pela companhia francesa Papierthêatre.

Direção: Alain Lecucq

Resumo: Saindo da Editions Gallimard um dia, o filósofo Emil Cioran se dá conta de que esqueceu o caminho para sua casa. É o ponto de partida desta peça, que segua a errância de um grande filósofo romeno de expressão francesa a partir do momento em que ele começa a perder a memória. Durante vários dias, Emil Cioran perambula por Paris, vai à Gare de l’Est para esperar o Expresso Oriente, à prefeitura para que carimbem seu documento de apátrida, encontra diversos personagens insólitos como a Dama das migalhas ou o Cego do telescópio. Ele, o filósofo que cultivou sua lucidez e o niilismo, que demoliu em seus livros todas as ideias suscetíveis de salvar o Homem, ele, o teórico do suicídio como único horizonte que torna a vida suportável, se dirige em direção à morte aspirado pela perda de sua memória (do site da companhia)

Resenha do livro: “Quando a memória sai de cena”

“Uma homenagem subjetiva…” (Matéi Visniec)

“The Fall out of Redemption: Writing and Thinking Beyond Salvation in Charles Baudelaire” (Joseph Acquisto)

In the nineteenth century and continuing to our own day, many atheist and agnostic writers have borrowed from a theological framework while refuting tenets of Christianity, especially the existence of a benevolent God and the possibility of redemption. Mid-nineteenth-century poet Charles Baudelaire goes further than many contemporary thinkers in identifying the consequences of refusing to entertain the possibility of salvation of any kind, whether by art, politics, or divine intervention. One important consequence is that he is able to create the possibility of a new, antimodern, ethics.

Joseph Acquisto joined the University of Vermont in 2003. He specializes in nineteenth- and twentieth-century French literature, with particular emphasis on lyric poetry and the novel. He is the author of numerous articles and several books, including his most recent, The Fall out of Redemption: Writing and Thinking Beyond Salvation in Baudelaire, Cioran, Fondane, Agamben, and Nancy (Bloomsbury, 2015). His teaching focuses on modern French literature and intermediate and advanced language courses. He serves as faculty director of the Global Village Residential Learning Community.

Rádio: “Deus, Bach e Cioran”

“Se existe alguém que deve tudo a Bach, esse alguém é Deus”. Neste programa a leitura de Emil Cioran para as relações entre Bach e Deus. Por Manuel da Costa Pinto.

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Cultura FM » Programas » Entrelinhas, 17/08/2013 [+]

Neste programa vamos falar do “Quinto Evangelista”. Não se trata de nenhum apóstolo de Jesus ou do autor de algum daqueles evangelhos encontrados depois que a Igreja determinou que os quatro evangelhos oficiais da Bíblia seriam os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Estamos falando de um compositor: o alemão Johann Sebastian Bach.
Para a maior parte dos apaixonados por música, Bach é o primeiro grande gênio da história da música ocidental. Mas para um filósofo – o romeno Emil Cioran –, Bach é tão importante que o próprio Deus não seria tão divino sem sua música.
“Sem Bach – escreveu Cioran – a teologia seria desprovida de objeto; a Criação seria fictícia; o nada seria eterno. Se existe alguém que deve tudo a Bach, esse alguém é Deus”.
A frase é bem provocativa, quase uma heresia, bem no estilo insolente de Cioran – que escreveu isso no livro Silogismos da Amargura.

REPERTÓRIO:

– Johann Sebastian Bach, a abertura, seguida da ária “Erbarme dich, mein Gott”, da “Paixão Segundo São Mateus BWV 244” – com coro e orquestra da Chapelle Royale de Paris e o Collegium Vocale Gent, sob regência de Phillipe Herreweghe e com o contralto René Jacobs na ária.
– Johann Sebastian Bach, o “Concerto de Brandendurgo n. 5 em ré maior BWV 1050”, com a Filarmônica de Berlim regida por Herbert Von Karajan e com Edith Picht-Axenfeld ao cravo. Movimentos: Allegro, Affetuoso e Allegro.
– Johann Sebastian Bach, a “Fuga a 3 Soggetti”, seção final da  “Arte da Fuga BWV 1080”, com o conjunto de violas Fretwork.
– Taraf  de Haïdouks, “Turceasca”, com interpretação do Kronos Quartet e arranjo de Osvaldo Golijov.

Para escutar o programa, acesse o site da Cultura FM.

Emil Cioran : “Sommes-nous voués au mal ?” (émission radiophonique)

Les chemins de la philosophieFranceCulture, 22/12/2016

Comment comprendre cette présence fondamentale, motrice, du mal dans l’histoire ? De la critique de l’utopie à la figure du mauvais démiurge, réponse avec Nicolas Cavaillès.

“Notre mal étant le mal de l’histoire, de l’éclipse de l’histoire, force nous est de renchérir sur le mot de Valéry, d’en aggraver la portée : nous savons maintenant que la civilisation est mortelle, que nous galopons vers des horizons d’apoplexie, vers les miracles du pire, vers l’âge d’or de l’effroi” – écrivait Cioran dans ses Syllogismes de l’amertume.

Le texte du jour

Il est difficile, il est impossible de croire que le dieu bon, le « Père », ait trempé dans le scandale de la création. Tout fait penser qu’il n’y prit aucune part, qu’elle relève d’un dieu sans scrupules, d’un dieu taré. La bonté ne créée pas : elle manque d’imagination ; or, il en faut pour fabriquer un monde, si bâclé soit-il. C’est, à la rigueur, du mélange de la bonté et de la méchanceté que peut surgir un acte ou une œuvre. Ou un univers. En partant du nôtre, il est en tout cas autrement aisé de remonter à un dieu suspect qu’à un dieu honorable…  (Emil Cioran, Le mauvais démiurge[+]