“Holy Motors”: o cinema do absurdo e sua cruel beleza (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Holy Motors (“Motores Sagrados”, 2012). Um filme francês apesar do nome, um tanto intrigante a princípio, mas que não poderia ser … Continuar lendo “Holy Motors”: o cinema do absurdo e sua cruel beleza (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O pessimismo dos mamíferos inteligentes” (Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes)

Observou-se justamente que, na Índia, um Schopenhauer ou um Rousseau jamais seriam levados a sério, pois viveram em desacordo com … Continuar lendo “O pessimismo dos mamíferos inteligentes” (Rodrigo Inácio Ribeiro Sá Menezes)

“Cioran, antípoda de Aristóteles” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

ARISTÓTELES, Tomás de Aquino, Hegel – três escravizadores do espírito. A pior forma de despotismo é o sistema, em filosofia e em tudo. (Do … Continuar lendo “Cioran, antípoda de Aristóteles” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Só se suicidam os otimistas, os otimistas que não conseguem mais sê-lo. Os outros, não tendo nenhuma razão para viver, … Continuar lendo “Necessidade e Contingência, o ‘Irreparavelmente Já Sabido Desde Sempre’ e o Imponderável do Não-Saber Essencial (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Compasso e descompasso em Heráclito” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Deste logos sendo sempre os homens se tornam descompassados quer antes de ouvir quer tão logo tenham ouvido; pois, tornando-se … Continuar lendo “Compasso e descompasso em Heráclito” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O Teísmo como Solução do Problema Cosmológico: sobre uma monografia acadêmica sem data” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

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“Signos gnósticos nos cumes do desespero” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

O título, inspirado em manchetes sensacionalistas sobre casos de óbito por suicídio, não deixa de aludir também ao Desespero humano … Continuar lendo “Signos gnósticos nos cumes do desespero” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Crônica de uma giornata acadêmica” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Era un uomo che non sapeva amare (ma che amava comunque) — Nico Fidenco A exemplo de Ulisses, um périplo … Continuar lendo “Crônica de uma giornata acadêmica” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Ruminações poéticas sobre o Essencial” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Um monge e um açougueiro brigam no interior de cada desejo. Cioran, Silogismos da amargura O que dizer do Essencial? … Continuar lendo “Ruminações poéticas sobre o Essencial” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Do conhecimento religioso: sobre um texto de juventude e sua repercussão na obra de Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Além de um sentimento fundamental da existência, a categoria do religioso designa também um tipo especial de conhecimento, aquele que … Continuar lendo “Do conhecimento religioso: sobre um texto de juventude e sua repercussão na obra de Cioran” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Um -ismo ocioso: a crítica de Michael Allen Williams ao conceito de gnosticismo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Em Rethinking Gnosticism: An Argument for Dismantling a Dubious Category [Repensando o Gnosticismo: Um Argumento para Desmantelar uma Categoria Duvidosa] … Continuar lendo “Um -ismo ocioso: a crítica de Michael Allen Williams ao conceito de gnosticismo” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Salvar” Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Em meio à incipiente tradição exegética da obra de Cioran, chamam-me a atenção duas tendências hermenêuticas, opostas entre si, mas … Continuar lendo “Salvar” Cioran (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Niilismo, existencialismo e gnosticismo: a hermenêutica existencial de Franco Volpi” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

A obra de Heidegger, leitor de Nietzsche, apresenta um paradoxo que é o mesmo de boa parte do pensamento contemporâneo: … Continuar lendo “Niilismo, existencialismo e gnosticismo: a hermenêutica existencial de Franco Volpi” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“O prazer e o desprazer do texto” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Eu dificilmente poderia discorrer, por desconhecê-lo quase absolutamente, sobre esse plaisir du texte de que fala Roland Barthes. Escrever é, … Continuar lendo “O prazer e o desprazer do texto” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

“Para que ler Cioran?” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Reza a anedota que, após a publicação do Précis de décomposition (1949), um jornalista escreveu, indignado, uma carta-protesto a Cioran, … Continuar lendo “Para que ler Cioran?” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Um místico sem absoluto: “Cioran, l’hérétique”, de Patrice Bollon (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

A biografia crítica de Patrice Bollon, Cioran, l’hérétique (1997) não acrescenta muita coisa, no que concerne ao tema da religião … Continuar lendo Um místico sem absoluto: “Cioran, l’hérétique”, de Patrice Bollon (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)