“Working Notes of a Practising Neo-Generalist (#16) — On Montaigne and how to remember the books you read” (Mark Storm)

MEDIUM, April 3, 2018 On the ceiling beams of the Tower where he wrote his famous Essais, Montaigne had sayings carved into the wood; Latin and Greek quotes from the classical authors to inspire him. One of these is from Pliny the Elder (Naturalis Historia, ii. 7): “Solum certum nihil esse certi et homine nihil miserius aut superbius”…

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“O Princípio de Crueldade”, de Clément Rosset

Intérprete do pensamento trágico, Clément Rosset defende a idéia de que toda realidade é cruel. Essa “ética da crueldade” se baseia em dois princípios que são o objeto principal deste livro. O primeiro, o princípio de realidade suficiente: o real basta e dele nada escapa, posto que é real. Cabe aos homens se contentar e…

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Café filósofico: “A morte como instante de vida” (Scarlett Marton)

Por que a morte é sempre vista como uma espécie de escândalo? Por que esse acontecimento banal provoca ao mesmo tempo horror e curiosidade? Os antigos diziam que a filosofia era uma longa meditação sobre a morte; os modernos quiseram afastá-la de suas preocupações; nós, contemporâneos, procuramos bani-la de nosso mundo. Mas a morte se…

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“Nem Buda nem Satanás: Schopenhauer” (Guido Ceronetti)

O belo livrinho dos Colóquios de Schopenhauer, que a Rizzoli publicou nos seus breviários do “Ramo d’oro” com a curadoria apaixonada de Anacleto Verrecchia, tem-me sido recentemente uma ótima companhia de viagem; e com Arthur Schopenhauer, filósofo que muito me ajudou, junto a Montaigne e Espinoza, a formar juízos livres, a viver e a não…

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Dos males, o pior: a filosofia trágica de Clément Rosset

Nonfilozofie: ideile se sufocă de sentiment. [Não-filosofia: as ideias sufocam de sentimento.] (CIORAN, Amurgul gândurilor) Conseguir pensar o pior – tal é pois o alvo mais geral da filosofia terrorista, o cuidado comum a pensadores tão diferentes quanto os filósofos citados mais acima. A tais pensadores, esta infecta tarefa apareceu não somente como tarefa única,…

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“Estamos nos tornando uma teocracia”: entrevista com Harold Bloom

Folha de S. Paulo, 24/09/2005 “Creio que sou religioso, mas de um modo herético. Acho que em algum lugar, além deste reino, além do nosso cosmo, haja um sonho em exílio, um princípio divino, e acho que há um fragmento disso em cada ser humano, mas este se acha enterrado tão fundo, tão oculto no…

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“Um sábio enxertado num leproso: Cioran entre Montaigne e Pascal” (Rodrigo Inácio R. Sá Menezes)

Homo sunt; nihil humani a me alienum puto. É sabido que uma das principais influências de Cioran é Blaise Pascal (1623-1662), que por sinal Clément Rosset tanto apreciava pelo seu “lado trágico”, ou seja, por tudo aquilo que é o menos essencial em Pascal (Rosset reúne Pascal a Demócrito, Lucrécio e Nietzsche numa família de…

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The School of Life: “On being mediocre”

More than ever, modern life forces us to confront our own mediocrity. Our computers and phones constantly bombard us with news of the achievements of exceptional people: actors winning awards; athletes performing incredible feats; royals being praised for their beauty and philanthropy. As we sit and scroll, we can’t help but feel distinctly ordinary –…

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“Antologia do retrato: de Saint-Simon a Tocqueville” (E.M. Cioran)

PREFÁCIO Máxima e retrato Os místicos, em especial Mestre Eckhart, ao fazer a distinção entre o homem interior e o homem exterior, optavam necessariamente pelo primeiro; o segundo, o ser no tempo, mais precisamente na sociedade, pertencia de direito aos moralistas; é a ele que examinam, perscrutam e denunciam, sem se preocuparem se possui alguma…

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“Del escepticismo helenístico al escepticismo actual: la charlatanería” (Isabel Aísa Fernández)

Cuadernos de los Amigos de los Museos de Osuna, España, año 2016, número 18 [PDF] La etapa helenística, en la Grecia antigua, constituye un período de derrumbe tras las etapas anteriores, en las que desde el punto de vista filosófico alumbraron genios del pensamiento como Anaximandro, Parménides, Platón o Aristóteles. Con sólo constatar las corrientes fi losóficas…

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“The Patron Saints of Pessimism: Emil Cioran, Friedrich Nietzsche, and other funsters” (Eugene Thacker)

LITERARY HUB, July 19, 2018 If all is for naught, then why bother writing it down? Caught in a vicious circle, ensnared in the logical absurdities of awkward self-awareness. It seems there are one of two options: either speak to this situation, or remain silent. The writer’s failure is that they know they should choose…

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“Metafísica do ping-pong” (Roland Jaccard)

SÓ EXISTEM DOIS críticos de cinema na França que sabem falar de filmes: Louis Skorecki e Patrick Besson. O primeiro, extra-terrestre por ser anti-diluviano, o segundo, profundo por ser jocoso. Os dois compreenderam que o grande segredo da arte é não se dar o trabalho (Homero, Montaigne, Hawks). É também a lição que retive de…

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“Cases d’escriptor: Emil M. Cioran” (Joan Garí)

EL PAÍS, 20 de septiembre de 2012 La casa d’un escriptor és molt més que una simple vivenda. En la majoria dels casos, el domicili és una extensió de la figura que, soterrada en llibres, va passar els seus dies esborrallant quartilles, traduint una immensa soledat en la matèria que després seria ecumènicament compartida amb la comunitat molt variada dels…

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Duas cervejas, um sanduíche e mil tiradas filósoficas: Clément Rosset por Roland Jaccard

Se a esperança é o pior dos males, se é derrisório pretender mudar a vida, o que resta então? Resposta de Clément Rosset: “Resta, contudo, uma última hipótese: a de uma satisfação total no seio do infinito mesmo, semelhante ao júbilo amoroso descrito por La Fontaine numa célebre fábula (“Seja tudo você mesmo, conte o…

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“Tranquilícese, todo está mal” (Luis Diego Fernandez)

CLARÍN, 25/01/2011 Tengo derecho considerarme como el primer filósofo trágico, es decir, el enemigo mortal y el antípoda de un filósofo pesimista”, lo dice Nietzsche en Ecce Homo , y Clément Rosset lo cita al comienzo de La filosofía trágica , su primer libro, de 1960, recientemente editado en español. Esa relación expulsante entre tragedia…

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“Nihilismo epistémico y escepticismo. Notas para una demarcación” (Alejandro G. Miroli)

A Parte Rei. Revista de Filosofía, Septiembre 2008 Resumen: Nuestro interés es demarcar el nihilismo gnoseológico de la tradición escéptica, y especialmente del llamado escepticismo radical. Para ello se da una caracterización mínina del nihilismo examinando las posiciones de Michel de Montaigne, Friedrich Nietzsche y Emile Cioran; se ofrece una reconsideración del nihilismo gnoseológico que…

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“Em teu nada espero encontrar teu tudo” (Jean Starobinski)

Nos confins do silêncio, no sopro mais fraco, a melancolia murmura: “Tudo está vazio! Tudo é vaidade!”. O mundo é inanimado, atacado de morte, aspirado pelo nada. O que foi possuído se perdeu. O que foi esperado não ocorreu. O espaço está despovoado. Por todo lado estende-se o deserto infecundo. E se um espírito paira…

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“Suicídio: o adeus para (in) transcendência” (José Fernandes Pires Júnior)

Albert Camus escreveu que o suicídio era um “problema filosófico verdadeiramente sério”. Conheça a visão de pensadores como Emil Cioran, Santo Tomás de Aquino e Jean-Jacques Rousseau sobre esse tema tão delicado e controverso por José Fernandes Pires Júnior, graduado em Filosofia, bacharelando em Direito e professor de Filosofia da rede de ensino público do…

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“A evolução do pensamento cético” (Paulo Piva)

Desde a Grécia Antiga, com a escola pirrônica, as idéias do ceticismo foram debatidas e combatidas, com importante papel nas transformações da Filosofia moderna Artigo publicado no portal Ciência e Vida Passamos a entender um pouco melhor o ceticismo filosófico e a perceber o quanto Sócrates, o patrono da filosofia e mestre de Platão, era…

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“E. M. Cioran: La caída en la palabra”(Juan Manuel Tabío)

RIALTA, La Habana Juan Manuel Tabio nació en La Habana, en 1983. Enseña griego, estudia los sinuosos vínculos que sujetan la novela moderna a la tragedia clásica, y traduce a los poetas arcaicos. Integra el staff editorial de Rialta. La suspicacia es la manera en que Cioran reacciona contra la obsesión por el lenguaje experimentada…

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“Un exquisito de la amargura” (Fernando Savater)

El País, 21 de Junio de 1995 Tribuna: Desaparece el Gran Teórico del Escepticismo Después de pronunciar cualquier certera enormidad contra el universo, Cioran entrecerraba los ojos, vivaces y lanzaba una carcajada breve, afénica y triunfal. A la vez celebraba así la diana y le quitaba importancia a su sentencia. Digamos lo que digamos, todo…

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